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terça-feira, 16 de julho de 2013

Será que a UERN em Apodi é viável?*


Será que é a hora mesmo? Será que o tempo não passou? Será que esse pedido antigo não se torna mais uma simples reivindicação, mais uma exigência? Os fatos comprovam: temos um número considerável de pessoas com curso superior que são filhos da nossa Terra, mas que precisaram sair daqui para adquirirem esta formação. Outros, se sujeitaram a passar 04, 05 ou 06 anos saindo de 17 horas e voltando à meia noite para casa nos ônibus que levam diariamente estudantes de nível superior a Mossoró (agora a Caraúbas) para assistir aulas. No caminho de ida e volta: perigos, sono, cansaço, fome, falta de apoio, medo, preocupação dos pais. Pensamentos e sentimentos dos mais dolorosos dos estudantes e das famílias emergiram e ainda emergem, porque a situação é a mesma de muitos e muitos anos de carência de uma instituição de ensino superior em nossa Apodi. 

Se é viável? É isso que vale para o CONSUNI da UERN? Estudantes nós temos. A viabilidade se comprova com isto. Dinheiro não falta, não importa se existe Campus que precisam ser reformados, reformem-os, exijam isso dos administradores públicos que lidam com nosso dinheiro. Está vendo dona Rosalba Ciarlini, nós precisamos de uma resposta. 

APODI PRECISA! NOSSOS FILHOS E FILHAS PRECISAM, NOSSOS NETOS E NETAS ALMEJAM; E NOSSO MUNICÍPIO MERECE.


Profª. Mônica Freitas


Título sugerido pela proprietária do Blog

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Apodi grita: Eu QUERO A UERN!



Iniciado nas redes sociais, o movimento em prol da implantação de um campus da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN - em Apodi, começa a tomar corpo e se prepara para ir às ruas. O movimento apartidário, denominado: EU QUERO A UERN EM APODI, representa um antigo desejo da população apodiense e da região Oeste, que alimenta há décadas o sonho de ter em seu território um campus universitário. 

Este sonho sobrepõe-se à utopia, uma vez que se sustenta em argumentos fortes. Um deles é que, atualmente, mais de 600 estudantes se deslocam diariamente de Apodi a Mossoró para estudar, um número que, se já parece significativo, também não é estável. A cada ano, cresce consideravelmente o número de estudantes apodienses aprovados em seleções de vestibulares em outras cidades, como Mossoró e Pau dos Ferros, onde a UERN possui campi. 

Outro ponto que deve ser lembrado é que a atual estrutura da UERN em Apodi se limita a um Núcleo, com três cursos: Letras, Educação Física e Matemática, cujas condições são muito precárias, uma vez que o espaço, que já é limitado, precisa ser dividido com uma escola de ensino infantil e fundamental menor. Isso sem falar, no fato de os docentes serem de outros municípios e diariamente precisarem se deslocar para dar aulas na cidade.

Não se pode esquecer também que Apodi é uma cidade polo da região e, como tal, merece ter um Campus, com estrutura própria que beneficiará não apenas os apodienses, mas também várias cidades, como Felipe Guerra, Caraúbas, Severiano Melo, Rodolfo Fernandes, dentre outras.

Faz-se necessário destacar ainda que já se encontra à disposição da UERN, um terreno de 5 hectares, cedido pelo Poder Público Municipal, para a construção de um Campus em Apodi. Contudo faltam recursos para a sua efetivação, o que, segundo o Reitor Milton Marques, se dá por falta de vontade política.

Diante disso, a população apodiense decidiu se mobilizar, afim de chamar a atenção da classe política estadual para esta que foi uma das bandeiras mais defendidas pelos candidatos ao executivo estadual e legislativo estadual e federal, nas últimas eleições. 

Grupo reunido, na CDL, traçando planos para o movimento #EU QUERO A UERN EM APODI

Os apodienses encontraram nas redes sociais uma forma de reivindicar as promessas de campanha dos seus representantes. Em poucos dias, a mobilização cresceu e tem repercutido bastante na imprensa estadual. Agora o grupo sai da virtualidade e parte para as escolas, jornais, emissoras de rádio, TVs e prepara-se para a militância nas ruas, visando conquistar um apoio ainda maior da população para esta causa tão legítima.


AGENDA
Ontem, na CDL - Apodi, o grupo realizou o seu primeiro encontro e traçou as diretrizes para o movimento. E já agendou para SÁBADO (13), às 9h, na CASA DE CULTURA DE APODI, uma segunda reunião, para deliberar sobre o andamento da mobilização e definir novas ações que devem culminar com o grito nas ruas de EU QUERO A UERN EM APODI.


O movimento convida ainda toda a população a encher as caixas de e-mails dos deputados estaduais com mensagens, reclamando, solicitando e/ou exigindo que estes apoiem os apodienses na luta pelo campus.






terça-feira, 21 de maio de 2013

Trabalhadores e Estudantes ocupam as ruas de Natal


Cerca de 7 mil pessoas ocuparam as ruas de Natal na manhã desta terça-feira (21). Trabalhadores sem terra, sindicatos e estudantes se uniram contra o aumento da passagem de ônibus e o descaso da governadora Rosalba (DEM) com os agricultores pobres que sofrem com a seca. 



Uma longa caminhada pela Av. Mor Gouveia em direção à Governadoria marcou a manifestação. O ato público foi organizado pelo MST, CSP-Conlutas, Fetarn, entre outras entidades.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Situação da Escola Prof. Amadeu Araújo expõe descaso com a educação

Professores e alunos da Escola Municipal Prof. Amadeu Araújo, na Zona Norte de Natal, decidiram expor o drama vivido todos os dias na rede pública de ensino. Para isso, fotografaram os problemas da unidade na qual trabalham e estudam (veja fotos aqui). A denúncia foi feita nesta quinta-feira (dia 9), na Câmara Municipal, com o apoio da vereadora Amanda Gurgel (PSTU), que mostrou em plenário as fotos da escola. A iniciativa dos professores e alunos mostra o descaso da Prefeitura com a educação pública.

Fica o exemplo para muitas escolas Brasil à fora que passam por situações semelhantes, como é o caso da nossa Escola Estadual Prof. Gerson Lopes, que há anos encontra-se com salas de aulas extremamente deterioradas, teto em estado de decomposição, cupim por todos os lados e algumas salas  onde há risco até de desabamento. E, mesmo a Secretaria de Educação do Estado do Rio Grande do Norte estando ciente disso, seja através de ofícios e solicitações, seja por fotos e até visita de seus técnicos, nada foi feito até o momento. Só promessas e mais promessas!



www.sosnoticiasdorn.com


www.sosnoticiasdorn.com

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O que fazer pra mudar? Tem jeito?

Tem. 
Para isso, é preciso Mobilização!


Está aí o exemplo dos professores e alunos dessa escola em Natal. É preciso reagir,  protestar pela internet, ir às ruas, cobrar das autoridades direitos e melhorias. Não ficar apenas reclamando dentro da escola, parado, não fazendo nada, esperando que os outros façam, ou que as mudanças caiam do céu.

Se quisermos educação boa, de qualidade, precisamos protestar, nos indignar, mandar e-mails, torpedos, mensagens eletrônicas aos responsáveis cobrando providências.  Se nada der certo no virtual, juntar pessoas, sair às ruas, procurar secretarias, bater na porta, se necessário, buscar a Justiça. Parados não podemos ficar!


Temos que nos conscientizar. Mobilizar-se não é só preciso. É urgente!





quinta-feira, 9 de maio de 2013

12 passos para a pesquisa escolar perfeita

Seu filho copia da internet um trabalho inteiro?
Veja dicas de como orientá-lo a fazer uma pesquisa nota dez!



Passo 1: Perceber que copiar não é bom!


Estimule seu filho a aproveitar a oportunidade da pesquisa para aprender. Pesquisar não é copiar e colar. Envolve selecionar informações, interpretá-las e se posicionar redigindo um texto próprio.

Passo 2: Entender o que está sendo pedido


Verifique se seu filho entendeu qual enfoque do tema foi solicitado pelo professor.


Passo 3: Organizar o que será procurado!


Ajude seu filho a listar quais questionamentos podem ser feitos sobre o assunto em questão e o que ele gostaria de descobrir a respeito deste tema.


Passo 4: pesquisar em mais de uma fonte!


Estimule seu filho a colher mais informações sobre o mesmo assunto, mesmo que sejam discordantes. Assim, ele terá uma visão mais completa do tema.


Passo 5: Localizar fontes confiáveis


Aproveite este momento para explicar que nem tudo que está na internet é verdadeiro. Oriente-o a pesquisar em sites de institutos, grupos de pesquisa, universidades, revistas, jornais etc.

Passo 6: Ir além do que já está pronto


Estimule seu filho a ampliar sua forma de pesquisar. Ajude-o a entrar em contato com o autor daquele blog especializado sobre o assunto da pesquisa.

Passo 7: Produzir dados próprios


Sempre que possível, estimule seu filho a pensar em formas de produzir informação para a pesquisa. Observar, fazer uma enquete ou entrevistar familiares enriquece e instiga o aprendizado!


Passo 8: Estruturar o trabalho


Depois de selecionar e interpretar os dados, é hora de pensar no trabalho escrito. Certifique-se de que ele contenha a apresentação do tema (Introdução), as informações relevantes sobre o tema (Desenvolvimento) e a Conclusão.


Passo 9: Ensinar a criar e a copiar


O texto de uma pesquisa deve ser escrito pelo aluno, sem copiar e colar da internet. Caso ele tenha gostado muito de uma ideia, mostre que ele pode fazer uma citação, dando os créditos para o autor.


Passo 10: Redigir a Conclusão


A conclusão serve para o aluno retomar o que aprendeu com o trabalho. Depois da pesquisa escolar feita, pergunte ao seu filho do que ele mais gostou, o que ele descobriu de mais interessante...


Passo 11: Incluir as Referências


Lembre seu filho de que ele precisa mostrar as referências da onde tirou as informações de seu trabalho, isso inclui livros, sites e até vídeos.


Passo 12: Fazer sumário e capa


O toque final demonstra cuidado e dedicação ao trabalho. O Sumário deve mostrar, na ordem, os itens de cada conteúdo da pesquisa e a respectiva página em que se encontra. Na capa, coloque nome da escola, título do trabalho, nome do professor, ano e turma.

Veja mais sobre como ajudar na pesquisa escolar de seu filho, clicando aqui!


Crédito: Claudia Marianno
Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br

sábado, 20 de outubro de 2012

É a escola a normatizadora social?






A legenda da foto é essa:

“O que vocês pensam sobre essa imagem? Alguns acham que é para evitar cópia e filas. Eu discordo. Acho que é de pensamento quadrado, iguais para todos, provas decorebas, onde as ideias não são livres. E você o que tem a dizer?”

E a descrição da página  diz:

“Segundo Paulo Freire, a educação tem a função de libertar, de abrir a mente, de conscientizar e fazer com que as pessoas reflitam sobre suas ações e tomem seu lugar de protagonistas de suas próprias histórias…”

Algumas considerações:

1 – Como ser “libertadora” uma educação em que os próprios professores são subjugados, acachapados, explorados em seus salários, postos em 2, 3 ou mais empregos, com 3, 4 ou mesmo 6 turmas em cada um e com 25, 30 ou mais de 40 alunos em cada turma?

2 – Diz o senso comum que o “pensamento quadrado, iguais (sic) para todos, (…) onde as ideias não são livres” é próprio da escola. Diz o senso comum que as crianças assim são por causa da escola.

Ora, os alunos passam 4 horas por dia na escola. Passam 20 horas por dia “no mundo”.

No mundo, eles assistem televisão: faustão, ratinho, luciano hulk, xuxa, zorra total, big brother…

No mundo, eles ficam em casa: sub-moradias umas em cima das outras, sem ventilação adequada, com poucos cômodos e muitas pessoas em cada casa…

No mundo, eles ficam na rua: sem saneamento, sem praças, sem áreas de lazer decentes, sem árvores…

No mundo, eles não têm acesso a cinema de qualidade, teatro, música decente… mas eles vão a bailes funk…

No mundo, eles se relacionam com traficantes e são, muitas vezes, subjugados pela violência, seja do próprio tráfico, seja de milícias, seja da própria polícia, feita para o topo da pirâmide…

No mundo, eles não têm acesso a livros nem leitura de qualquer espécie… sim, talvez jornais de manchetes com cabeças cortadas e mulheres de biquíni na capa…

No mundo, os “heróis” deles e as pessoas às quais o “mundo” demonstra que eles têm que ter como espelho são os traficantes, os jogadores de futebol, os cantores de pagode, os heróis do big brother…

Mas tudo isso que eles não têm e, para além disso, algo diferente do que eles têm no mundo, no entanto, é tentado oferecer dentro daquelas 4 horinhas que eles ficam dentro da escola.

Mas, pela pressão “do mundo”, nada disso os interessa e ficamos nós, na escola, tentando oferecer a eles algo que eles não querem e o mundo diz que não é importante.

Mas o senso comum é que a escola é que é uniformizadora!

Enquanto este pensamento persistir – presente, inclusive, em quase todos os “especialistas” em educação – , a escola, sozinha, não conseguirá mudar o quadro.

A educação “é dever de toda sociedade” apenas na letra morta da Lei.

No mundo real, é ela contra o mundo.

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira





terça-feira, 2 de outubro de 2012

Atenção, Pais!




Fazer a lição de casa é fundamental para o aprendizado do aluno.

Saiba como ajudar seu filho na hora da tarefa: http://abr.io/especial-licao

Dados: Prova Brasil/2007

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

História de estudante potiguar emociona em programa da Rede Globo



O orgulho do Rio Grande do Norte que o Rio Grande do Norte ainda desconhece.


Emocionante a participação do estudante Danilo Bezerra, que criou a Biblioteca JK, num sítio do município de Almino Afonso, Oeste do Rio Grande do Norte, no programa “Encontro com Fátima Bernardes”, da Rede Globo.

A história de Danilo foi levada ao programa a partir de um e-mail que o rapaz passou para a produção, antes da estreia, com um recadinho curto: “Vocês precisam conhecer minha história”.

E a partir daí a produção foi a Almino Afonso, gravou na casa dele com a família, na escola com os colegas e com os professores, e mostrou a biblioteca instalada na pequena casa pobre que vive o menino com seus pais.

O pai não pode trabalhar desde que sofreu um cidente de moto, e a mãe, Dona Mara, mostrando o orgulho que tem do filho e do seu espírito de compartilhar a educação.

Dona Mara e a professora de português de Danilo, Solange Maria da Conceição, também foram ao estúdio no Projac.

Danilo no estúdio com Fátima. (Foto: Thaisa Galvão)

E durante a participação de Danilo, emoção não faltou. Lágrimas que saíram dos olhos da mãe e das convidadas do programa, a atriz Alexandra Richter e da escritora Thalita Rebouças, que presenteou Danilo com seus livros.


Danilo é natural de Almino Afonso, no Médio Oeste Potiguar, onde criou e instalou a Biblioteca Juscelino Kubischek. Ele já foi premiado pela Presidência da República e tornou-se conhecido em todo o País.

Recentemente o jovem Danilo Bezerra representou o Rio Grande do Norte na 9ª Conferência Nacional dos Direitos das Crianças e Adolescentes, promovido pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.  Aprovado no vestibular de Jornalismo, o filho de Almino Afonso foi selecionado para divulgar a conferência em Brasília. 


Confira no link do blog Potiguarte a reportagem "UMA BIBLIOTECA NO MEIO DO SERTÃO" e se emocione. A postagem é de novembro/2011. (http://potiguarte.blogspot.com.br/2011/11/uma-biblioteca-no-meio-do-sertao.html




sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Manual do MEC sobre a correção da redação do Enem 2012


O Ministério da Educação divulgou, na tarde desta segunda-feira (30), o manual "A redação no Enem 2012 - Guia do Participante", um documento destinado aos mais de 5,7 milhões de estudantes que se inscreveram para a edição deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em 50 páginas, o manual esclarece com detalhes as novas regras de correção da prova de redação do exame, que acontece nos dias 3 e 4 de novembro.


 Segundo presidente do Inep, Luiz Claudio Costa, o objetivo do material é detalhar os critérios utilizados na correção e tornar o processo mais transparente. Em 2011, mais de 120 estudantes entraram na Justiça para pedir vistas da prova, por não concordarem com o resultado. Até o fim de janeiro, em 79 casos a Justiça exigiu uma nova correção da redação, e apenas dois casos resultaram em alteração de nota.

"No guia está definido o que se espera de cada uma das competências da redação com exemplos. Queremos dar mais objetividade à correção de um texto que é subjetivo", disse o ministro Aloizio Mercadante nesta segunda, em entrevista coletiva, em Brasília.


A nota final da redação do Enem --que vai de 0 a 1.000-- é calculada pela média aritmética das duas notas atribuídas à prova por dois avaliadores independentes. Cada um deles avaliará cinco competências, que permanecem iguais às das edições passadas do exame (veja tabela abaixo). O candidato pode somar no máximo 200 pontos em cada competência.




VEJA AS COMPETÊNCIAS DA REDAÇÃO DO ENEM
Competência I: Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita

Competência II: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Competência III: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Competência IV: Demonstrar conhecimento dos mecanismos lingüísticos necessários para a construção da argumentação.

Competência V: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

(Fonte: Inep)


A principal mudança instituída pelo MEC neste ano se refere à discrepância entre estas duas notas e vale tanto para a nota final quanto para a nota de qualquer uma das competências. Pelo manual, uma discrepância acontece quando as notas finais dos avaliadores diferirem entre si em mais de 200 pontos --no ano passado, essa divergência era de 300 pontos--, ou quando as notas por competência diferirem em mais de 80 pontos.

Para solucionar a divergência, um terceiro avaliador será convocado para corrigir a redação, e sua nota será considerada final. Esse procedimento também já era praticado nas edições anteriores. Porém, se esta terceira pontuação continuar discrepante em relação às demais, uma banca composta por três examinadores atribuirá a nota final.

Clique na imagem abaixo para melhor visualizá-la.

Páginas do manual "A redação no Enem 2012 - Guia do Participante", divulgado nesta segunda-feira (30)
(Foto: Reprodução)

Competências explicadas
O manual explica ainda quais são os critérios que orientam os avaliadores na hora de pontuar cada competência. São seis os níveis de pontuação: zero, 40, 80, 120, 160 e 200. Cada um se refere à variação do domínio apresentado pelo candidato.

Por exemplo, na competência 1 (demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita), recebe nota zero quem demonstrar "desconhecimento total da norma padrão". O candidato que mostrar "domínio insuficiente da norma padrão, apresentando graves e frequentes desvios gramaticais e de convenções da escrita", receberá 40 pontos. Quem tiver "domínio mediano da norma padrão, apresentando grande quantidade de desvios gramaticais e de convenções da escrita graves ou gravíssimos" somará 80 pontos.

Caso o avaliador julgar que o estudante tem "domínio adequado da norma padrão, apresentando alguns desvios gramaticais graves e de convenções da escrita", a nota atribuída será de 120 pontos na competência 1. Já quem demonstrar "bom domínio da norma padrão, apresentando poucos desvios gramaticais leves" receberá 160 pontos, e quem não apresentar, ou apresentar pouquíssimos desvios gramaticais leves e de convenções da escrita, receberá a pontuação máxima, 200.

Exemplos de redações nota 1.000 
O Ministério da Educação selecionou ainda seis exemplos de redações que tiveram nota 1.000 no Enem 2011. Os textos foram acompanhados de uma explicação geral sobre o tema, que no ano passado foi "Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado", e de comentários gerais a respeito da construção dos textos de candidatos do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e de São Paulo.

Para executar o novo sistema, o MEC anunciou o aumento de 40% no quadro de avaliadores, de 3.000 para 4.200 a partir deste ano. O ministro Aloizio Mercadante também afirmou, em maio, que o ministério firmou um termo de ajustamento de conduta com a Justiça no final do ano passado, no qual ficou definido que os estudantes teriam acesso à correção da prova de redação mediante um pedido.

Fonte: G1

terça-feira, 27 de março de 2012

Abertas inscrições para o ProITEC



Com edital publicado no dia 15 de fevereiro, o Programa de iniciação Tecnológica e Cidadania (ProITEC) abriu inscrições às 14h desta quarta-feira (20) e seguem até as 22h do dia 22 de abril. Podem se inscrever no ProITEC alunos que tenham cursado do 6º ao 8º ano (antigas 5ª, 6ª e 7ª séries), exclusivamente, em escola da rede pública de ensino e estejam matriculados no 9º ano (antiga 8ª série) do ensino fundamental também exclusivamente em escola da rede pública.


Quem não tiver acesso à internet poderá realizar a inscrição em qualquer um dos campi do IFRN em horários listados no Anexo I do Edital.

A taxa de inscrição é de R$ 20 (que devem ser pagos até 23 de abril), mas o aluno que estiver inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e for membro de família de baixa renda,poderá solicitar isenção da taxa de pagamento no período de 21 de março a 3 de abril. A solicitação deverá ser feita no setor de serviço social no campus em que o aluno pretende estudar.

No período de 9 a 11 de maio, os alunos inscritos deverão comparecer ao campus onde se inscreveram para entregar a documentação exigida e receber o material didático oferecido pelo programa: um livro texto, acompanhado de DVD contendo as teleaulas gravadas, e um livro de atividades.

O processo avaliativo do Programa acontece em duas provas: a 1ª avaliação dia 22 de julho e a 2ª dia 30 de setembro.

Mais informações:


quinta-feira, 22 de março de 2012

Papel do professor enquanto mediador da leitura


A leitura em seus momentos iniciais ou, posteriormente, por razões diversas será mediada. Mediar leitura tem um aspecto amplo. Pode significar o simples papel de ledor, o que acontence com deficientes visuais que não dominam o Braille ou pessoas ainda não alfabetizadas; mas, também, pode significar a interpretação do texto escrito, o canal de acesso à informação e à fantasia, no caso dos textos literários.

Assim, muitas pessoas podem ser referência de mediação: os pais, professores, orientadores, bibliotecários, um amigo, um voluntário…

Quanto ao professor convém:

1. Ter aptidão para escolher a obra apropriada, tanto em termos de adequação etária,quanto em relação às preferências do grupo;
2. Emprego eficaz de recurso metodológico – para saber dar ritmo, reconhecer momentos de avanços ou de recuos na aprendizagem e na formação do leitor;
3. Suscitar a verbalização acerca da compreensão da obra;
4. Domínio acerca do conteúdo a ser ministrado;
5. Senso de oportunidade – o mediador deve saber avançar e recuar, testar novas abordagens. O modo de construção do leitor é um processo lento e gradativo;
6. Seleção de material conhecer o interesse dos alunos, o universo deles, contextualizar;
7. Conhecimento da produção literária para crianças;
8. Conhecimento de lançamentos recentes, ser atualizado;
9. Atender aos princípios da Filosofia e Educação contemporâneas – “aprender a aprender e aprender a ser”;

10. Atendimento às qualidades estéticas da literatura sem preconceito e sem moralismos – literatura é arte;
11. Dar preferência a textos inovadores e emancipatórios – estimular o pensamento independente e o senso crítico;
12. Cuidar pela qualidade do material – estimular esse respeito;
13. Cuidar pela qualidade da linguagem – por mais que a língua evolua, é bom falar e escrever corretamente;
14. Cuidar pela variedade de temas;
15. Ter um tratamento questionador.
Fique atento, muitas vezes, o professor precisa trabalhar nele mesmo as aptidões de leitor. Certas resistências podem advir de desconhecimento e pouco preparo.

Aprofunde-se mais em:

COSTA, Marta Morais da, Metodologia do ensino da literatura infantil, Curitiba: Ibpex, 2007.



FONTE: Livros e Afins

23 dicas para seu filho se dar bem na escola

Quanto mais os pais participam da vida escolar, mais os jovens aprendem


O apoio dos pais e a manutenção de um bom ambiente familiar como extensão da escola são fatores indispensáveis para o desenvolvimento educacional das crianças. A família pode colaborar de várias maneiras: participando das reuniões da escola e verificando o caderno do estudante diariamente; conversando sobre o cotidiano da escola - o que foi ensinado naquele dia; que tipo de trabalhos foram feitos com os colegas - e impedindo que a criança falte às aulas. 

Para Priscila Cruz, diretora-executiva do Movimento Todos pela Educalção, ações simples dos familiares na realidade educacional dos filhos podem fazer toda diferença. Ela indica o incentivo à comunicação por bilhetes em casa e que as crianças sejam motivadas a ler para os seus pais. "Não se pode entrar na lógica de como ajudar os filhos apenas nos estudos durante o período de provas. É preciso dizer como o pai pode ajudar na melhoria da alfabetização", diz. Vale lembrar que família pode -e deve-, sim, contribuir com as questões escolares, mas cabe à instituição de ensino a sistematização do conhecimento.

Veja a seguir como colaborar para que o seu filho se dê bem na escola a partir de dicas simples e práticas, baseadas em pesquisas e na experiência dos melhores profissionais da área no Brasil e no mundo.
Para ler, clique nos itens abaixo:

1. Ajude na melhoria do rendimento escolar
2. Pergunte o que ele aprendeu
3. Não o deixe faltar às aulas
4. Estimule-o a estudar
5. Combine um horário de estudo
6. Mostre que estudar é um prazer
7. Seja paciente
8. Confira os cadernos
9. Pergunte nas reuniões
10. Converso sobre as notas
11. Garanta o acesso aos livros
12. Ler sempre
13. Abuse das bibliotecas
14. Brinque com o seu filho
15. Seja coerente
16. Use dicionário
17. Escreva sempre
18. Acompanhe o Ideb
19. Conheça os professores
20. Valorize o professor
21. Converse com o professor
22. Engaje-se na escola
23. Vá às reuniões escolares