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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Atenção, Pais!




Fazer a lição de casa é fundamental para o aprendizado do aluno.

Saiba como ajudar seu filho na hora da tarefa: http://abr.io/especial-licao

Dados: Prova Brasil/2007

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Alunos da rede pública e privada com mesmo nível econômico têm notas parecidas


O aprendizado de estudantes de escolas públicas e privadas pode ser bastante próximo. De acordo com o “Pisa em Foco – 7″, publicação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), escolas que atraem alunos de mesmo nível sócio-econômico têm, em média, o mesmo desempenho no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) – seja na rede pública, seja na rede particular.




O documento, divulgado no início deste mês, revela que tanto as escolas particulares quanto as escolas públicas com estudantes de nível sócio-econômico mais elevado conseguem atingir bons resultados no ensino-aprendizagem de seu corpo discente. Por outro lado, afirma a publicação, não há evidência de que as escolas particulares ajudem a elevar o nível do sistema de ensino como um todo.

Brasil é o quarto com maior desigualdade
Entre os 48 países e economias avaliados na publicação, o Brasil é o quarto com maior diferença entre os desempenhos da rede particular e da rede pública na prova de leitura. Atrás, estão o Qatar, o Quirguistão e o Panamá.


Tunísia, Itália, Taipei, Hong Kong, Indonésia e Japão, por sua vez, têm maiores notas entre os alunos da rede pública. Finlândia e Tailândia oferecem a situação de maior equilíbrio entre as notas de leitura dos estudantes de escolas públicas e particulares.

Dados gerais
De acordo com os dados coletados pelo Pisa 2009, no total da população avaliada, alunos de escolas particulares têm desempenho melhor que os de instituições públicas. No entanto, esse resultado se deve, principalmente, às diferenças sócio-econômicas, uma vez que a rede particular atrai alunos com mais oportunidades.

Na maioria dos sistemas, as escolas particulares – na comparação com as públicas -, lidam com estudantes de nível sócio-econômico mais elevado, têm mais recursos materiais para o ensino, menos escassez de professores e uma atmosfera com mais disciplina.

“O Pisa ainda informa que as escolas públicas com alunos de nível sócio-econômico maior também têm mais recursos e menor escassez de professor, sugerindo uma diferença de qualidade de ensino dentro da própria rede pública. Não seria por acaso que esses alunos com nível sócio-econômico mais avantajado estão nessas escolas”, afirma Paula Reis Kasmirski, responsável pela área técnica do Todos Pela Educação.




Fonte: Movimento Todos Pela Educação

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Amanhã acontece a Olimpíada de Matemática das Escolas Públicas





A primeira fase da 7ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas - OBMEP - anteriormente prevista para o dia 16 de agosto, será realizada amanhã, 17 de agosto, em todas as escolas públicas do Brasil. A alteração aconteceu devido à convocação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) para uma paralisação nacional no dia 16 de agosto, data inicial de aplicação.

A OBMEP é um projeto que tem como objetivo estimular o estudo da matemática e revelar talentos na área.

Em todo o Brasil, milhares de estudantes e professores de escolas públicas já reiniciaram as aulas pensando em conseguir bons resultados na Obmep. No total, 18,7 milhões de alunos da educação básica pública e cerca de 150 mil professores estão participando da competição. A coordenação da olimpíada divulgou que o maior número de inscritos está cursando o Ensino Médio: 7,1 milhões; seguidos do sexto ou sétimo ano do ensino fundamental, 6,2 milhões, terminando com o oitavo ou nono ano do ensino fundamental: 5,3 milhões.

Para cada nível de ensino serão aplicados testes de conhecimentos matemáticos, de acordo com os conteúdos das séries envolvidas. Cada prova tem 20 questões objetivas, com cinco opções de respostas. O regulamento diz que o aluno deve preencher o cartão-resposta e que não precisa apresentar os cálculos. O tempo para responder as questões é de duas horas e trinta minutos. A correção será feita nas escolas, seguindo instruções e gabaritos elaborados pela direção da Obmep.

A segunda fase da olimpíada acontece em 5 de novembro. Nesta etapa, que define os medalhistas de ouro, prata e bronze, e as menções honrosas, as provas serão aplicadas em centros de ensino, por fiscais contratados pela coordenação da olimpíada. A premiação está prevista para fevereiro de 2012.

Premiação – A Olimpíada premiará 500 estudantes com medalhas de ouro, 900 com prata e 1800 com bronze. Serão concedidos certificados de menção honrosa a até 30 mil alunos. Os 127 professores com melhor desempenho receberão um computador portátil. Receberão computadores portáteis e material para projeção móvel as 81 melhores escolas.

A Obmep é realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa) com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e promovida pelo Ministério da Educação e Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Mais informações no site da competição.

O cidade de Apodi já teve destaques - medalhista e menção honrosa - nas edições anteriores.

Você que é aluno de escola pública, participe. Faça parte deste grupo de vencedores.






domingo, 14 de agosto de 2011

Homenagem ao Dia dos Pais

Para homenagear a todos os pais neste dia, em especial ao meu, trago aqui um poema produzido por um grupo de alunos meus do 9º Ano A da Escola Gerson Lopes



MEU QUERIDO PAI


Como hoje é seu dia
Queremos comemorar
Através dessa poesia
Meu amor demonstrar.

Obrigado, meu pai
Por me abrigar
E meu alimento
Não deixar faltar.

Obrigado, pai,
Por me ajudar
E nos momentos difíceis

Você me salvar


Pai, você é meu herói, meu amigo
Até o impossível
Para mim você torna possível.

Com o seu trabalho
Vem sustentando-me
E o seu amor
Pra mim sempre demonstrando.

Pai, você me fez nascer
Sem você não consigo viver
Te amo, te amo, te amo
Nunca vou parar de dizer.



Raíres Irlenízia
Eduarda Regis
Saymon Berckamp

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Lei proíbe amizade entre professores e alunos no Facebook



Relação online entre professor e aluno deve ter limite

Não é só o mundo corporativo que se preocupa em orientar funcionários a se comportarem nas redes sociais. Em uma época em que boa parte das relações de amizade se dá no mundo virtual, professores também precisam estar preparados para interagir adequadamente com seus alunos fora da sala de aula. Para a pedagoga especialista em Tecnologia Educacional Lígia Leite, deve haver limites na relação online entre educadores e suas turmas. "A cada nova tecnologia vêm novos desafios. A pergunta atual é qual o papel do professor nessa era de redes sociais. Hoje, está todo mundo fazendo o que quer, não existe um consenso e deveria existir", diz.

No estado de Missouri, nos Estados Unidos, uma barreira nesta relação virtual foi imposta recentemente. A lei número 54, considerada a primeira a regulamentar a interação aluno-professor em redes sociais, entra em vigor no dia 1° de janeiro de 2012. A partir de então, ficarão proibidos registros de amizade no Facebook entre estudantes e educadores. O objetivo é impossibilitar a troca de mensagens privadas via rede social, com o objetivo de prevenir o abuso sexual infantil. Para conversar com os estudantes no site de relacionamento, professores poderão criar páginas públicas. Assim, alunos poderão "curtir" a página e manter contato com o educador transparentemente, aos olhos de todos.


Além disso, também fica estabelecido que cada escola deve determinar políticas comunicacionais entre estudantes, professores e funcionários. O documento deve tratar do uso apropriado de mídia eletrônica, incluindo sites de relacionamento. Apesar de achar a lei válida e interessante, uma vez que estabelece como deve ser o comportamento profissional do educador na internet, Lígia acredita que tal iniciativa não teria êxito no Brasil. "Pelo menos não com o objetivo de evitar o abuso sexual", explica.

Também professora da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Ligia lecionou por anos nos Estados Unidos e conta que, no país, o medo de abuso sexual de menores é intenso e, por isso, a relação aluno-professor é muito diferente da que existe no Brasil. "Somos latinos. Aqui a gente se abraça, se toca e tem uma relação de carinho com os alunos. Lá, não. Aqui a lei com esse intuito não faria sentido nenhum, pois esse medo não faz parte da cultura brasileira", diz.

A especialista afirma que aqui a iniciativa deveria partir de cada escola. "O professor não deve achar que pode participar das interações sociais do aluno como se fosse outro aluno. A relação pedagógica deve permanecer no meio virtual também. São as instituições de ensino que devem estabelecer essa relação", afirma. Ela destaca, porém, que não significa que o educador não pode ser amigo de aluno, mas que deve continuar agindo como profissional nas redes sociais. "O problema é que esse conceito é complexo, por isso, não pode caber somente ao professor decidir qual a melhor forma de agir. A escola que deveria orientar seus profissionais, assim como já os orienta em suas relações em sala de aula", complementa.

 Família deve orientar comportamento de estudantes na internet
Semíramis Alencar, professora de sociologia no ensino médio de uma escola de Itamonte (MG) mantém relação de amizade com alunos no Facebook e no Orkut. Para ela, a família deveria orientar seus filhos no meio virtual, assim como professores precisam explicar para seus alunos no que consiste sua relação de amizade.

"Teoricamente só podem participar das redes sociais pessoas maiores de 18 anos. E isso acontece porque crianças realmente não sabem se proteger. Mas eles participam mesmo assim, e, como professores, não temos como não os aceitar". Apesar de achar que o cuidado deveria partir da família orientando seus filhos e controlando o acesso deles ao meio virtual, Semíramis afirma que cabe também ao professor conversar com os alunos e estabelecer os limites de amizade dessa relação no meio online. Para ela, o educador pode ser amigo, mas sem deixar de ser profissional. "Eu uso Orkut e Facebook para tirar dúvidas e, nessas interações, procuro ser amiga, pois o laço de confiança é essencial para que o processo de aprendizagem aconteça", opina.


Professor de geografia de uma rede estadual de ensino em Indaiatuba (SP), Ricardo Pignatelli conversa com estudantes no Facebook, Twitter, MSN e Orkut. Para ele, a interação é de amizade sem deixar de lado seu caráter pedagógico, uma vez que faz uso dessas ferramentas para tirar dúvidas e atualizar os alunos com notícias relacionadas à disciplina.

Pignatelli conta que alguns alunos acabam confundido essa relação. "Infelizmente, o Facebook também pode ser uma bela ferramenta de fofocas. Então, o professor deve explicar aos seus alunos em sala de aula que o que ele escreve na rede social é uma opinião própria, e que nem sempre é a opinião da maioria ou dos alunos", diz. Para ele, a criação de uma lei como a do estado americano é sinônimo de censura e cerceamento da liberdade individual de cada um.


Escola orienta seus professores nas redes sociais

Na Escola Crescer PHD, em Vitória (ES), os professores recebem orientação sobre a forma mais adequada de agir nas redes sociais e principalmente sobre como usar o meio virtual como ferramenta de ensino. Segundo o professor de português, Ricardo Carlos de Souza, a direção promove aulas para que a relação nas redes seja discutida entre todos.

De acordo com Souza, as ferramentas online são utilizadas para realizar atividades educacionais, que recebem acompanhamento e autorização prévia da escola. Além disso, antes de aplicar um exercício que faça uso do Twitter ou do Facebook, os professores dão aula presencialmente sobre o meio virtual, na qual o objetivo é explicar a diferença de linguagem utilizada na internet e na sala de aula.

Neste ano, todos os professores da instituição começaram a receber treinamento para também fazer uso das redes sociais como um meio de contato com os estudantes fora da escola. A ideia é estar sempre à disposição do aluno para tirar dúvidas, principalmente daqueles em fase de realizar as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e de vestibular.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Comemoração do Dia do Estudante em Apodi




A Cia de Art’s Balakubaco, com o apoio da Prefeitura Municipal de Apodi, está organizando uma programação especial para o próximo dia 11, data em que comemora-se o dia do estudante. Consta na programação um passeio ciclístico, com saída em frente ao Gerson Lopes e chegada no Ginásio de Esportes Wilson Custódio. Ainda pela manhã, no referido ginásio, acontece torneios esportivos.

A programação tem sequência a noite, a apartir das 19hs com os concursos Qual o seu Talento, Garota e Garoto Estudantil, no espaço Muralha’s. o encerramento da noite acontece com festa dançante com o grupo Bonde do Stylo. A prefeita professora Goreti Pinto incentivou e apoiou o evento em sua totalidade.


Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Apodi

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Alunos da rede pública podem se candidatar a intercâmbio nos EUA

O programa Jovens Embaixadores, que leva 35 estudantes brasileiros da rede pública para um intercâmbio de três semanas nos Estados Unidos com todas as despesas pagas, recebe inscrições até o próximo domingo (7).

Para ser escolhido, o aluno deve estar cursando o ensino médio, ter entre 15 e 18 anos, excelente desempenho escolar, histórico de trabalho voluntário em sua comunidade e boa fluência no idioma inglês.

As inscrições para o programa podem ser feitas somente pela internet no perfil do Facebook da Embaixada dos EUA e se encerram no 7 de agosto.
Depois do retorno dos Jovens Embaixadores dos Estados Unidos, a embaixada ainda oferece oportunidades de cursos de inglês de curta duração e de programas de graduação através dos escritórios de Orientação Educacional – EducationUSA. Em 2011, cinco alunos foram selecionados para bolsas de estudos para cursos de verão nos EUA. 
O programa
O Programa Jovens Embaixadores foi criado no Brasil em 2002 e agora é replicado em 25 países. Desde o lançamento, 249 brasileiros da rede pública já participaram de intercâmbios. Mais informações estão disponíveis no site sobre o 
Jovens Embaixadores.



Fonte: iG