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terça-feira, 16 de julho de 2013

Será que a UERN em Apodi é viável?*


Será que é a hora mesmo? Será que o tempo não passou? Será que esse pedido antigo não se torna mais uma simples reivindicação, mais uma exigência? Os fatos comprovam: temos um número considerável de pessoas com curso superior que são filhos da nossa Terra, mas que precisaram sair daqui para adquirirem esta formação. Outros, se sujeitaram a passar 04, 05 ou 06 anos saindo de 17 horas e voltando à meia noite para casa nos ônibus que levam diariamente estudantes de nível superior a Mossoró (agora a Caraúbas) para assistir aulas. No caminho de ida e volta: perigos, sono, cansaço, fome, falta de apoio, medo, preocupação dos pais. Pensamentos e sentimentos dos mais dolorosos dos estudantes e das famílias emergiram e ainda emergem, porque a situação é a mesma de muitos e muitos anos de carência de uma instituição de ensino superior em nossa Apodi. 

Se é viável? É isso que vale para o CONSUNI da UERN? Estudantes nós temos. A viabilidade se comprova com isto. Dinheiro não falta, não importa se existe Campus que precisam ser reformados, reformem-os, exijam isso dos administradores públicos que lidam com nosso dinheiro. Está vendo dona Rosalba Ciarlini, nós precisamos de uma resposta. 

APODI PRECISA! NOSSOS FILHOS E FILHAS PRECISAM, NOSSOS NETOS E NETAS ALMEJAM; E NOSSO MUNICÍPIO MERECE.


Profª. Mônica Freitas


Título sugerido pela proprietária do Blog

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Apodi grita: Eu QUERO A UERN!



Iniciado nas redes sociais, o movimento em prol da implantação de um campus da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN - em Apodi, começa a tomar corpo e se prepara para ir às ruas. O movimento apartidário, denominado: EU QUERO A UERN EM APODI, representa um antigo desejo da população apodiense e da região Oeste, que alimenta há décadas o sonho de ter em seu território um campus universitário. 

Este sonho sobrepõe-se à utopia, uma vez que se sustenta em argumentos fortes. Um deles é que, atualmente, mais de 600 estudantes se deslocam diariamente de Apodi a Mossoró para estudar, um número que, se já parece significativo, também não é estável. A cada ano, cresce consideravelmente o número de estudantes apodienses aprovados em seleções de vestibulares em outras cidades, como Mossoró e Pau dos Ferros, onde a UERN possui campi. 

Outro ponto que deve ser lembrado é que a atual estrutura da UERN em Apodi se limita a um Núcleo, com três cursos: Letras, Educação Física e Matemática, cujas condições são muito precárias, uma vez que o espaço, que já é limitado, precisa ser dividido com uma escola de ensino infantil e fundamental menor. Isso sem falar, no fato de os docentes serem de outros municípios e diariamente precisarem se deslocar para dar aulas na cidade.

Não se pode esquecer também que Apodi é uma cidade polo da região e, como tal, merece ter um Campus, com estrutura própria que beneficiará não apenas os apodienses, mas também várias cidades, como Felipe Guerra, Caraúbas, Severiano Melo, Rodolfo Fernandes, dentre outras.

Faz-se necessário destacar ainda que já se encontra à disposição da UERN, um terreno de 5 hectares, cedido pelo Poder Público Municipal, para a construção de um Campus em Apodi. Contudo faltam recursos para a sua efetivação, o que, segundo o Reitor Milton Marques, se dá por falta de vontade política.

Diante disso, a população apodiense decidiu se mobilizar, afim de chamar a atenção da classe política estadual para esta que foi uma das bandeiras mais defendidas pelos candidatos ao executivo estadual e legislativo estadual e federal, nas últimas eleições. 

Grupo reunido, na CDL, traçando planos para o movimento #EU QUERO A UERN EM APODI

Os apodienses encontraram nas redes sociais uma forma de reivindicar as promessas de campanha dos seus representantes. Em poucos dias, a mobilização cresceu e tem repercutido bastante na imprensa estadual. Agora o grupo sai da virtualidade e parte para as escolas, jornais, emissoras de rádio, TVs e prepara-se para a militância nas ruas, visando conquistar um apoio ainda maior da população para esta causa tão legítima.


AGENDA
Ontem, na CDL - Apodi, o grupo realizou o seu primeiro encontro e traçou as diretrizes para o movimento. E já agendou para SÁBADO (13), às 9h, na CASA DE CULTURA DE APODI, uma segunda reunião, para deliberar sobre o andamento da mobilização e definir novas ações que devem culminar com o grito nas ruas de EU QUERO A UERN EM APODI.


O movimento convida ainda toda a população a encher as caixas de e-mails dos deputados estaduais com mensagens, reclamando, solicitando e/ou exigindo que estes apoiem os apodienses na luta pelo campus.






quarta-feira, 15 de maio de 2013

UERN esclarece sobre os problemas técnicos no processo de matrículas pela Internet




A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), através da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PROEG) e da Unidade de Processamento de Dados (UPD), se desculpa com a comunidade estudantil, especialmente com os alunos veteranos, devido os problemas técnicos que afetaram o processo de matrículas no semestre 2013.1, realizadas pela internet a partir desta quarta-feira, dia 15 de maio.

A equipe técnica está atuando em regime de plantão desde a manhã de hoje (15) para resolver o problema. O serviço foi restabelecido às 16h e as matrículas estão sendo feitas.

A UERN pede a compreensão da comunidade estudantil e garante que, sob nenhum aspecto, o aluno será prejudicado. Para compensar o atraso no início das matrículas, o prazo será estendido conforme aditivo que será publicado nesta quinta-feira, dia 16, pela PROEG.

Moêmia Gomes de Oliveira Miranda – Pró-Reitora de Ensino de Graduação
Carlos Moisés Rebouças Wanderley – Diretor da Unidade de Processamento de Dados

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Apodiense foi a vencedora da Maratona Fotográfica da UERN

O Projeto Maratona Fotográfica: Caminho das Águas de Luís Gomes a Areia Branca - "A SAGA DE UM RIO" anunciou os  vencedores nas categorias amador, profissional e estudante  em solenidade  realizada na noite de ontem, 9, na  Estação das Artes Eliseu Ventania. A Maratona Fotográfica foi realizada em cinco cidades polo banhadas pelo Rio Apodi-Mossoró, sendo elas: Luís Gomes, Pau dos Ferros, Apodi, Mossoró e Areia Branca.  

Eis a fotografia vencedora da Maratona Fotográfica da UERN retratando o Rio Apodi Mossoró de Luis Gomes a Areia Branca. A vencedora foi a apodiense Elida Maia. A ela meus parabéns! Mais um orgulho para nossa cidade!


Foto: Elida Maia

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

BALE realiza III Encontro com Escritores e Leitores



O BALE e II SINATE promovem, no próximo dia 14 de  dezembro, no Auditório do CAMEAM, em Pau dos Ferros, o III Encontro de Escritores e Leitores, no II Ciclo de Conferências do Bale.

O formato do evento privielgia em cada atividade (Encontro e Conferências) um Escritor de Literatura Infanto-juvenil (de outro Estadoda Federação) e um Poeta popular (da Região), onde cada um falará de sua constituição leitora e composição de suas obras. 

No dia 14/12, o encontro será da escritora, atriz e contadora de histórias Cléo Busatto (Curitiba _PR) com o cordelista e compositor musical Zé Pessoa (RN). No segundo momento,  mais três nomes de peso: o jovem poeta jornalista e editor Mário Gerson com seu livro “A noite de luvas brancas” (2011), o acadêmico, editor e jovem escritor Pedro Fernandes com “RETRATOS PARA A CONSTRUÇÃO DO FEMININO NA PROSA DE JOSÉ SARAMAGO (2012) ” e a Poetisa popular, agente cultural e escritora Maria Carlos Carlos com seu mais novo livro "PROFETAS DO TEMPO" (2012). 

A programação é inteiramente gratuita e indiscutivelmente imperdível. Participe e leve suas crianças para assistirem a esse tão importante evento literário.

Para maiores informações, acesse projetobaleuern.blogspot.com




quinta-feira, 4 de outubro de 2012

O Pessoal do tarará na Uern


Na próxima terça-feira, 9, O Pessoal do Tarará participará do projeto Intervalo Cultural, da UERN, com o espetáculo ‘Sem Palavras’, que será apresentado (parte dele) nos intervalos do Campus Central, pela manhã e pela noite. 

Sem Palavras é uma comédia onde O Pessoal do Tarará dá prosseguimento ao seu projeto de pesquisa, em cima de uma dramaturgia do corpo, onde abre mão da linguagem verbal. 

Com atuação de Antônio Marcos e Maxson Ariton, e direção de Dionízio do Apodi, este trabalho, apesar de ser recente, já tem em seu currículo apresentações em Fortaleza (CE), Natal, Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), sendo elogiado por onde passa, como um rico trabalho de ator, já que este é o carro-chefe d´O Pessoal do Tarará.


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Convocação


Foto extraída do jornalatromba.blogspot.com


Na próxima terça, 15, os professores e técnico-administrativos da UERN realizarão uma caminhada com panfletagem pelas ruas do centro de Pau dos Ferros. A atividade é mais uma ação do Comando Unificado de Greve para informar a população sobre o momento da greve dos servidores da UERN, que exigem o cumprimento do acordo da pauta de reivindicação da campanha salarial do ano passado. A marcha terá início às 9h30.

A caminhada será precedida por uma reunião às 8h30 no Campus da UERN (CAMEAM). De lá, partiremos em carreata até o local da concentração que acontecerá na Avenida Getúlio Vargas (Em frente ao Restaurante Popular), quando seguiremos em caminhada pelas ruas do centro da cidade.
É fundamental a adesão e participação de todos nesta caminhada. Precisamos defender os direitos e a valorização do profissional da educação.

8h30 – Reunião no CAMEAM
9h – Carreata até a Av. Getúlio Vargas
9h30 – Início da Caminhada

DESRESPEITO SE COMBATE COM MOBILIZAÇÃO.
QUEM LUTA CONQUISTA
PARTICIPE!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Convite


Outra greve?



Em assembleia realizada agora há pouco, na sede da ADUERN (Associação dos Docentes da UERN), em Mossoró, os professores aprovaram indicativo de greve para o dia 02 de Maio. 

Em entrevista ao jornal O Mossoroense, o presidente da ADUERN, Flaubert Torquato, afirmou: “Não temos mais proposta para apresentar, queremos apenas que o acordo feito no ano passado seja cumprido”. De acordo com o presidente, representantes da categoria irão a Natal amanhã com o intuito de se reunirem com o secretário-chefe do Gabinete Civil Anselmo de Carvalho para cobrar explicações sobre a razão de o reajuste não ter sido efetivado nos contracheques dos professores. 

A última greve da UERN ocorreu no ano passado e durou 106 dias. Foi a maior greve da história da instituição. A paralisação prejudicou amplamente o calendário universitário e atividades acadêmicas da única Universidade Estadual do Rio Grande do Norte. Em setembro do ano passado, o Governo do Estado garantiu aos professores reajuste salarial com 10,65% para abril de 2012; 7,43% para abril de 2013; e 7,43% para abril de 2014. Como o acordo não foi cumprido, um novo movimento paredista poderá ser deflagrado na UERN no início do próximo mês. 

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Sem reajuste, UERN pode entrar em greve

Em audiência com o reitor Milton Marques realizada na noite de segunda-feira (23), a diretoria da ADUERN foi informada que nos contracheques dos professores da UERN do mês de abril não consta o reajuste de 10,65% acordado com o Governo do Estado em setembro do ano passado. O acordo pôs fim à greve de 106 dias na Universidade e previa o pagamento de 10,65% para abril de 2012; 7,43% para abril de 2013; e 7,43% para abril de 2014.

O Reitor ainda informou que nesta quarta-feira, 25, irá se reunir com o secretário chefe do Gabinete Civil do Estado, Anselmo Carvalho, e com o Consultor Geral do Estado, José Marcelo Costa, para obter informações sobre a tramitação do Projeto de Lei que altera os salários dos professores da UERN, que se encontra na Consultoria Geral do Estado desde janeiro de 2012, quando o mesmo já deveria ter sido enviado e aprovado pela Assembleia Legislativa.

Tendo em vista o descumprimento do acordo, a ADUERN irá realizar Assembleia Geral Extraordinária com os professores para que a categoria se posicione com base nessas informações. A assembleia será realizada nesta quinta-feira, 26, às 9h na sede da entidade em Mossoró para único ponto de pauta: 1) Discussão e Deliberação sobre o Reajuste Salarial. Segundo o professor Flaubert Torquato, presidente da ADUERN, os professores encontram-se indignados com a insensatez do Governo do Estado. “É uma demonstração de descaso, desrespeito e falta de compromisso”, afirma o docente.



Fonte: DEMOCRATIZANDO A COMUNICAÇÃO

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Atenção: Últimas vagas para o PARFOR

Informamos que continuam abertas as inscrições, até 08.04.12 (últimos dias) para o PARFOR PRESENCIAL (Formação Inicial) – cursos de graduação para professores (efetivos e também temporários) da rede pública de ensino (municipais, estaduais e federais), no Campus Avançado “Prof.ª Maria Elisa de Albuquerque Maia” - CAMEAM/UERN e no Instituto Federal do Rio Grande do Norte – IFRN.

Os cursos ofertados são:

A) UERN – Pau dos Ferros:

Licenciatura (4 anos): 1) Ciências Sociais, 2) Filosofia, 3) Música e 4) Pedagogia;

2ª Licenciatura (2 anos): 1) Geografia e 2) Letras/Espanhol.


B) IFRN – Pau dos Ferros: 

2ª Licenciatura (2 anos): 1) Ciências da Natureza e Matemática


Informamos, ainda, que não há mais necessidade, para se efetivar a PRÉ-INSCRIÇÃO, de que os professores sejam cadastrados no EDUCACENSO, como foi informado anteriormente. A CAPES não faz mais essa exigência.

Agradecemos imensamente pela atenção e por seu apoio a essa divulgação, tão importante para Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica.


Atenciosamente,

Prof. Gilton Sampaio de Souza
Diretor do CAMEAM/UERN.







* Para mais informações sobre o PARFOR, clique aqui!

segunda-feira, 19 de março de 2012

COMUNICADO


Informamos que estão abertas novas inscrições para o PARFOR PRESENCIAL (FORMAÇÃO INICIAL) – CURSOS DE GRADUAÇÃO PARA PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO (MUNICIPAIS, ESTADUAIS E FEDERAIS), no Campus Avançado “Prof.ª Maria Elisa de Albuquerque Maia” - CAMEAM/UERN e Instituto Federal do Rio Grande do Norte/IFRN - Pau dos Ferros.

Os cursos ofertados são:

A) UERN – Pau dos Ferros:
1ª Licenciatura:1) Ciências Sociais, 2) Filosofia, 3) Música e 4) Pedagogia
2ª Licenciatura: 1) Geografia e 2) Letras/Espanhol

B) IFRN – Pau dos Ferros:
2ª Licenciatura:1) Ciências da Natureza e Matemática


Podem inscrever-se professores da Rede Pública de Educação Básica (ensino municipal, estadual e federal) dos estados do RN, PB e CE. O professor deve ser cadastrado no EDUCACENSO (http://sitio.educacenso.inep.gov.br/), para poder fazer sua inscrição. No caso das segundas licenciaturas, o Programa objetiva formar profissionais formados em uma área, mas que atua em outra há mais de 3 anos, por isso é necessário emissão de uma declaração pelo diretor da escola, afirmando a sua atuação.

As pré-inscrições deverão ser feitas obrigatoriamente pela internet, no endereço eletrônico http://freire.mec.gov.br/index-static/
Mais informações no calendário abaixo (as datas não terão prorrogação):

De 19/03/2012 a 08/04/2012 - Período de pré-inscrição na Plataforma Freire;
De 09/04/2012 a 23/04/2012 - Período de validação das inscrições pelas Secretarias de Educação estaduais e municipais;
De 24/04/2012 a 08/05/2012 - Período de seleção dos alunos pelas IES;
De 09/05/2012 a 23/05/2012 - Período de matrícula pelas IES e inclusão dos matriculados na Plataforma Freire.

Para outras informações e, também, para tirar dúvidas, favor entrar em contato pelo e-mail pferros@uern.brou pelo tel. 84-3351-2560/3148/3909falar com a técnica Gerlânia Medeiros do CAMEAM/UERN ou tel. 84-3351-4812/4019 falar com a técnica Amélia do IFRN. Pedimos ampla divulgação nessas informações.


Atenciosamente,

Coordenação do PARFOR/CAMEAM/UERN
Coordenação do PARFOR/IFRN - Pau dos Ferros

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Engenheiro da UERN visita terreno para construção de campus em Apodi



A prefeita de Apodi professora Maria Goreti da Silveira Pinto recebeu na última sexta-feira, dia 07, a visita do engenheiro da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN para visita ao terreno doado pela municipalidade onde será construído o campus da referida instituição de ensino.

Ao lado da prefeita Goreti Pinto participaram também da reunião com o engenheiro da UERN, os Secretários de Educação Isauro Camilo e Flávia Cristina, de Obras Moésio Fernandes e o coordenador da UERN no município de Apodi Elmo Alves.


Fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Apodi

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Greve da UERN chega ao fim

Os professores da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) se reuniram em assembleia na manhã de hoje, 14, na sede da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN), e decidiram pôr fim à greve que já durava 106 dias, a maior na história da instituição. As aulas da Uern serão retomadas amanhã, 15.

A decisão foi tomada depois que a Reitoria, em nome do Governo do Estado, apresentou um documento constando o atendimento da pauta de reivindicação da categoria. Mesmo considerando que o atendimento foi somente parcial, os docentes avaliaram como positivo o movimento, tendo em vista a intransigência da administração estadual em negociar. O Governo só chegou a apresentar uma proposta concreta depois de 70 dias de greve, mesmo assim, depois da pressão da categoria com as mobilizações de rua.



Dessa forma, o Governo esticou o movimento paredista se negando a negociar para poder pedir a abusividade e ilegalidade da greve na justiça. Por várias vezes, a Aduern flexibilizou suas propostas para pôr fim ao movimento paredista, mas a administração estadual parecia não se importar com os prejuízos da greve.

A categoria considera a greve vitoriosa, pois demonstrou a força de organização dos docentes da Uern. Para Flaubert Torquato, presidente da Aduern, a unidade com os estudantes e técnicos foi  fundamental para fazer o governo negociar com a categoria, sem desconsiderar o apoio que o movimento teve da sociedade norteriograndense.

“Apesar do fim da greve, o movimento em Defesa da Uern não acabou. A greve demonstrou a força de organização dos professores da Universidade. Continuaremos vigilantes, pois a Aduern sai fortalecida e a categoria docente preparada a continuar a luta em defesa da única universidade presente em praticamente todo o território potiguar”, explica. 


ADUERN



terça-feira, 13 de setembro de 2011

Greve da UERN pode terminar nesta semana


Estudantes dos cursos de graduação e aprovados no último vestibular da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) aguardam há mais de cem dias o anúncio do fim da greve dos professores da instituição. A expectativa agora está na decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJ-RN), que deve se posicionar, hoje ou amanhã, sobre a ilegalidade da greve dos docentes.

Mas entre os próprios professores a crença é de que a paralisação não passe desta semana. Pelo menos é o que acredita o presidente da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN), professor Flaubert Torquato. "Duvido muito que passe desta semana. Estamos na expectativa sobre o parecer do Tribunal. Em caso de parecer contrário, a volta tem de ser imediata", comentou

Mesmo após o fim da greve, estudantes de alguns cursos de graduação deverão ter problemas por mais uma ou duas semanas. O cancelamento do contrato de 163 professores temporários deve atrasar a retomada das aulas. "Mesmo que a universidade vá renovar os contratos, isso deve levar de uma semana a 15 dias. Se for realizar nova seleção para substitutos, aí a demora é maior", explicou.

FONTE: http://www.defato.com/mossoro.php

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

UERN



No Brasil é fácil reunir centenas e centenas de pessoas em uma caminhada a favor da maconha, milhares em uma comemoração futebolística, mas não se consegue juntar a sociedade em defesa da educação pública e de outras questões básicas do povo. A greve dos docentes da UERN e da rede estadual de ensino é uma prova disso. 


A sociedade norte-riograndense está apática, alheia, parece que não está ocorrendo nada, é como se a UERN não existisse ou não tivesse importância nenhuma para o Rio Grande do Norte, como se ela não fizesse falta.

A UERN, apesar de todas as dificuldades, é uma instituição de ensino superior que vem prestando bons serviços ao povo do nosso Estado, especialmente nas regiões que durante muito tempo ficaram sem oferecer aos seus filhos a oportunidade de cursar uma faculdade. Quem desejasse fazer um curso superior teria que se deslocar para Natal ou outra capital do Nordeste, tal como Fortaleza, João Pessoa ou Recife.


A criação da Universidade Regional do Rio Grande do Norte foi um passo importante na solução desse problema. A falta de uma Universidade que suprimisse as necessidades de profissionais de nível superior, principalmente para o magistério, na Região Oeste, no Vale do Assú e nos municípios fronteiriços da Paraíba e Ceará, foi sanada com a criação da URRN, hoje UERN. A nossa Universidade foi criada como uma Fundação Municipal, ela, mesmo funcionando com dificuldades, supria a necessidade de uma instituição de ensino superior nessas regiões.


Mesmo tendo sido criada pelo Município de Mossoró, no final da gestão de Raimundo Soares (1968), ela nunca foi bem vista pelos alcaides mossoroenses. Segundo eles, a universidade era um peso para o erário municipal, mesmo com a sua manutenção compartilhada com os alunos. Os prefeitos reclamavam dos repasses que faziam.


Nessa época os professores eram muito mais colaboradores do que profissionais da instituição, chegamos a ficar dez meses sem receber salários. Isso foi possível nos primeiros anos da instituição. Com o crescimento e a necessidade da profissionalização dos seus quadros docentes e do pessoal técnico-administrativo, foi necessário buscar uma solução definitiva. A FURRN não poderia continuar sendo uma instituição amadora no oferecimento de cursos de nível superior.


Foi a partir dessa constatação que um pequeno grupo de professores iniciou um movimento com o objetivo de criar uma entidade de classe que pudesse liderar a luta pela definição institucional da URRN. Com esse objetivo foi criada a Associação dos Docentes, a heróica ADFURRN, fato ocorrido no dia 10 de setembro de 1980.


Era o inicio de todo um processo de transformação da URRN, que culminou com a sua estadualização. Foi uma luta difícil, que contou com a mobilização de toda sociedade potiguar. Ocorreu uma grande pressão popular, conduzida pela liderança do reitor da época, Padre Sátiro, tendo como esteio principal e basilar a ADFURRN.


Após a estadualização, as dificuldades com o Poder Executivo continuaram, a partir de então com os gestores estaduais, com menos intensidade nos governos de Geraldo Melo e Wilma de Faria. Geraldo foi o governador da estadualização, ele deixou a universidade à vontade na elaboração do seu novo estatuto e no tipo de universidade que os diversos segmentos queriam criar. O outro governo, o da Professora Wilma de Faria, sempre teve um olhar de compromisso com a instituição, existia um bom relacionamento entre o governo e a UERN.


José Agripino e Garibaldi Alves, neoliberais por convicção, não olharam com bons olhos para a UERN. Diminuir a máquina estatal, com uma política de arrocho salarial, era o que interessava. Foi um momento de achatamento salarial.


No governo Rosalba, o neoliberalismo voltou com toda força, o enfrentamento com os servidores públicos, a diminuição da máquina estatal, a utilização da Lei de Responsabilidade Fiscal, do famigerado Limite Prudencial, como argumento para o arrocho salarial, voltou a ser prioridade. Não existe diálogo, o governo impõe a sua vontade, e pronto.


O pior é a apatia da população, a falta de interesse do povo pela escola pública. A UERN está em greve há mais de três meses, e grande parte da mídia, amordaçada pela força de um governo que sabe utilizar as armas do poder, não diz nada. Na Assembléia Legislativa, a oposição sem espaço para ecoar as suas denúncias fica neutralizada. O povo, sem informações corretas, se posiciona contra a greve. O que fazer então? Acho que o movimento grevista necessita de uma nova estratégia de luta, precisa sensibilizar a sociedade e trazê-la para o seu lado. O atual governo é neoliberal e privatista por ideologia. Portanto, o arrocho salarial faz parte do seu programa de governo, além de ser privatista ele é favorável a ideia do estado mínimo.




Fonte: Antonio Capistrano / Portal Vermelho





GREVE na UERN: NOTA DE ESCLARECIMENTO


NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE A POSIÇÃO OFICIAL DO GOVERNO EM RELAÇÃO A GREVE DA UERN
Secretário vê motivação política para a manutenção de greve na UERN.
  


A manchete acima corresponde a matéria publicada sábado 27 de agosto de 2011 no Jornal de Fato (ver texto completo no link: 
http://www.defato.com/politica.php). Através dela, o porta voz oficial do governo do Estado, Secretário de Administração José Anselmo de Carvalho, provavelmente orientado pela Governadora Rosalba Ciarline, acusa a greve da UERN de está sendo conduzida por interesses político-partidários. Vejam na íntegra o que afirma o secretário: "O que surpreende é a questão da rejeição das propostas que o governo faz e, por isso, não descarto que (a greve) tenha influências partidárias (...)As suspeitas de ingerência partidária se devem ao fato da maioria dos militantes sindicais estarem ligados a partidos políticos que tendem a apresentar candidatos nas próximas eleições municipais. Como a UERN é sediada em Mossoró, o objetivo seria beneficiar nomes ligados ao PT e ao PSB”.



Antes que tudo, inicialmente fazemos os seguintes esclarecimentos:


1.  O Comando de Greve dos Professores é suprapartidário, ou seja, nele encontram-se professores filiados ao PT, PCdoB e PMDB. Não identificamos nenhum membro filiado ao PSB, pelos menos ninguém se manifestou enquanto tal; também não sondamos essa possibilidade e muito menos investigamos a vida política partidária de nenhum membro. É necessário reter que a maioria de seus membros não tem nenhuma filiação partidária. Alguns até já manifestaram ter votado em Rosalba Ciarline para o governo do Estado;


2.  A Assembléia Geral dos Professores é a instância que delibera o início e o fim da greve. Cada membro do Comando tem apenas um voto na Assembléia Geral.

3.  Sobre nossas reivindicações, esclarecemos que, o que estamos reivindicando do ponto de vista salarial (23,98%) é um direito que a categoria conquistou através de seu Plano de Cargos e Salário de 1989. Imbuído de nossa responsabilidade institucional, nossa pauta de reivindicações também inclui: descontingenciamento do orçamento da UERN; suplementação de verbas, autonomia financeira, entre outros;


4.  Em relação ao movimento paredista, o Governo só se manifestou oficialmente com aproximadamente 20 dias de greve, mesmo assim de forma vazia, tendo em vista que propôs que a greve fosse suspensa uma vez que só em setembro de 2011 o governo teria possibilidade de atender as reivindicações;

5.  Em seguida, com aproximadamente 50 dias de greve o governo propôs a possibilidade de aumento para 2011 de 3% “se o limite prudencial do Estado não for um elemento impeditivo”;


6.  Finalmente, com 70 dias de greve o governo do Estado propôs oficialmente o escalonamento dos 23,98% reivindicado até 2014;


7.  A ADUERN comandou diversas greves nos três últimos governos estaduais: Garibaldi Filho, Vilma de Faria e Rosalba Ciarline. Vale ressaltar que desses três governos foi a Governadora Vilma de Faria quem mais atendeu as reivindicações salariais dos professores, chegando em 07 anos de governo a aproximadamente 110% de aumento para a categoria. Vale acrescentar também, que mesmo assim foi no governo Vilma de Faria que mais aconteceram greves na UERN. Isto é uma prova inconteste que a greve não é partidária, mas move-se por interesses estritamente institucionais;


Dizer que a categoria sistematicamente recusou as propostas do governo não condiz com a verdade, afinal, pelo exposto só com 70 dias de greve foi que o executivo estadual fez uma proposta concreta e discutível. Diante desta, abrindo mão da pauta original, a categoria de professores aceitou os prazos e os índices propostos pelo executivo estadual na certeza e com a convicção de que estava contribuindo para resolver o impasse. Nossa resposta ao governo incorporava sua proposição e acrescentava aos índices sugeridos os percentuais correspondentes a variação da inflação acumulada no período como forma de não impor perdas salariais à categoria ao longo dos próximos anos. Ressalte-se que no início do processo de negociação, membros do governo já haviam sinalizado positivamente com a possibilidade de atender o percentual apresentado, corrigindo os índices sugeridos, assim como acrescentado dos resíduos inflacionários que porventura existissem. Neste aspecto, foi o governo quem recuou de sua proposta.


Ainda sobre a ampla pauta de reivindicações da greve, em diversas ocasiões o Governo Estadual se comprometeu em descontingenciar os recursos financeiros da UERN. Entretanto, até este momento a liberação dos recursos não foi efetivada. Quem se nega a negociar?


Na verdade, o Secretário Anselmo Carvalho na medida em que acusa o movimento paredista de partidarismo tenta rebaixar e desqualificar o debate. Porque ao invés de se deter e opinar sobre a pauta de reivindicações da categoria, que é a motivação maior da greve, faz ilações especulativas em torno de intenções que só existem em sua mente, porque os fatos reais não correspondem às suas supostas afirmações.


Também é preciso reter, que em diversas ocasiões a governadora Rosalba Ciarline acusou o movimento paredista de ser partidário, uma vez “que no governo de Vilma de Faria a categoria aceitou um escalonamento de três anos, mas no governo dela esta mesma categoria não se dispõe a aceitar o mesmo escalonamento”. Aqui cabe um esclarecimento crucial: em primeiro lugar no governo Vilma de Faria nós aceitamos uma escalonamento de três anos para o correspondente a 64% e não para 27% em três anos como propõe a governadora Rosalba Ciarline. Em segundo lugar, em 2007, ano do acordo com a Governadora Vilma de Faria, a inflação não chegava a 2% ao ano. Em 2011 a inflação pode chegar a um patamar de 6,5%, com projeções para 2012, 2013 e 2014 de 21% de inflação acumulada.


As insinuações provocativas do secretário têm como objetivo central escamotear as reais intenções do governo para com a UERN. Aqui cabe uma pergunta fundamental: Por que o governo contingenciou os recursos financeiros da instituição? Esta medida tem motivação política ou é de outra natureza? Por fim, diante de fatos tão incontestáveis, a conclusão isenta, ilibada e imparcial sobre o histórico deste movimento paredista, é que quem “esticou a corda da greve” foi o Governo Estadual.


Prof. Flaubert Fernandes Torquato Lopes
Presidente da ADUERN
Prof. Carlos Alberto Nascimento de Andrade
Membro do Comando de Greve dos Professores da

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Greve da UERN ganha destaque no Twitter.


Imagem: Thaisa Galvao
Hoje era um dos dias mais aguardados pela imprensa e pela população potiguar, visto que em São Paulo ocorria um importante leilão que determinaria o grupo que construirá o tão esperado Aeroporto de São Gonçalo, na região metropolitana de Natal. O grupo vencedor foi o Inframérica que deve investir, até a Copa do Mundo de 2014, cerca de R$ 370 milhões na construção do terminal. Esse valor chegará a R$ 650 milhões na segunda etapa da obra. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve financiar 70% desses valores.

Contudo o grande destaque nas redes sociais não foi o consórcio Inframérica, nem o aeroporto de São Gonçalo. Quem dominou durante todo o dia as discussões no Twitter e Facebook foi a greve da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), que já dura 83 dias.

Alunos, professores e demais servidores da instituição iniciaram, na manhã de hoje, um twittaço com a hastag #emdefesadaUern. O movimento foi um sucesso. Durante praticamente todo o dia a hastag #emdefesadaUern esteve entre os dez assuntos mais twittados no Brasil, chegando à tarde a assumir o primeiro lugar no Trending Topics Brasil. Além dos estudantes e servidores da UERN, participaram do movimento políticos, instituições e cidadãos potiguares.

Para quem não é adepto do microblog Twitter, vale esclarecer que o “Twittaço” ocorre quando um grupo de pessoas decide abordar sobre um mesmo assunto, ao mesmo tempo, pelo Twitter, transformando, com isso, o tema num dos mais comentados do Brasil na rede virtual.

O objetivo do movimento #emdefesadaUERN é pressionar o Governo do Estado a atender às reivindicações de estudantes e professores, que paralisados há aproximadamente três meses reclamam por reformas estruturais e o descontingenciamento da universidade estadual.


terça-feira, 16 de agosto de 2011

UERN oferece cursos de graduação para professores


CAMEAM-UERN abre pré-inscrições para Cursos de Biologia, Química, Matemática, Geografia e Letras-Espanhol, por meio do PARFOR 
  
Prezados/as Professores/as, 
Prezados/as gestores/as, 
Prezados colegas comprometidos com a Educação Básica brasileira, 
  
Informamos que estão abertas novas inscrições para novos Cursos Superiores, no Campus Avançado “Profa. Maria Elisa de Albuquerque Maia (CAMEAM), da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), em Pau dos Ferros/RN, em cinco diferentes áreas: 
  
1.   Ciências Biológicas; 
2.   Química; 
3.   Matemática; 
4.   Geografia; 
5.   Letras-Espanhol. 

Esses cinco cursos serão ofertados pelo CAMEAM, na forma PRESENCIAL e GRATUITA, por meio do PARFOR (PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES), programa do governo federal conduzido pela CAPES/MEC, e que se destina a formar PROFESSORES DAS REDES MUNICIPAIS E ESTADUAIS DE ENSINO, para ampliação da formação inicial dos Professores da Educação Básica.   
Podem inscrever-se professores do RN e dos demais estados e municípios da federação, notadamente da Paraíba e da Ceará, que constituem a região da abrangência do Campus da UERN em Pau dos Ferros. 
  
As pré-inscrições tiveram início no dia 03 de agosto e seguirão até o dia 10 de setembro, devendo ser feitas obrigatoriamente pela internet, no endereço eletrônico 
http://freire.mec.gov.br/index-static/   
  
  
  
Mais informações no calendário abaixo (as datas não terão prorrogação): 
  
De 03/08/2011 a 10/09/2011 - Período de pré-inscrição na Plataforma Freire; 
De 11/09/2011 a 08/10/2011 - Período de validação das inscrições pelas Secretarias de Educação estaduais e municipais; 
De 09/10/2011 a 12/12/2011 - Período de seleção dos alunos pelas IES; 
De 13/12/2011 a 31/12/2012 - Período de matrícula pelas IES e inclusão dos matriculados na Plataforma Freire. 
  
Esses cinco cursos ofertados pelo CAMEAM/UERN se dividem em 1ª e 2ª Licenciatura, conforme explicitado abaixo: 
  
1ª Licenciatura: Ciências Biológicas 
2ª Licenciatura: Matemática, Química, Geografia e Letras/Espanhol   
Lembramos que os cursos do PARFOR, ofertados na modalidade presencial, para a formação inicial são os seguintes: 
I.      Cursos de 1ª Licenciatura – para docentes em exercício na rede pública da educação básica que não tenham formação superior; 
II.     Cursos de 2ª Licenciatura – para docentes em exercício na rede pública da educação básica, que atuam há pelo menos três anos, em área distinta da sua formação inicial; 
  
Reforçamos as informações de que as pré-inscrições deverão ser feitas, exclusivamente, por meio da Plataforma Freire, no endereço eletrônico
http://freire.mec.gov.br.   
Para outras informações e, também, para tirar dúvidas, favor entrar em contato pelo e-mail pferros@uern.br ou pelo tel. 3351-2560/2275/3909 e procurar falar com a técnica Gerlania Medeiros, Secretária do Gabinete da Direção do CAMEAM.   
 
* Com informações da Equipe de Coordenação do PARFOR no CAMEAM/UERN.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

SEGMENTOS REALIZAM “UERN EM DEBATE”


ADUERN 30 Anos

Com o objetivo de discutir o papel e a contribuição da UERN para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte e articular apoios em defesa da Universidade como patrimônio do Estado, a ADUERN, SINTAUERN, DCE E COMEM realizam nesta quinta-feira (11), o evento “UERN em Debate”.
A mobilização, que integra as atividades de greve dos segmentos, acontece no Pátio da Reitoria da UERN, às 8h. Para participar do evento, foram convidados políticos, religiosos, movimentos sociais, sindicatos, ex-reitores e autoridades acadêmicas. Na ocasião, ainda haverá o lançamento de um manifesto e abaixo-assinado em defesa da UERN.
Segundo o professor Flaubert Torquato, presidente da ADUERN, o ato está inserido na luta em defesa da universidade pública. “Vamos discutir os problemas da UERN, as formas de combater a crise atual e a política de financiamento que vem sendo desenvolvida pelo governo estadual”, afirma.
PROFESSORES CONTRATADOS
A ADUERN considera a decisão do Reitor Milton Marques de romper o contrato dos professores substitutos uma retaliação à greve dos docentes da UERN. O Sindicato já havia alertado a Administração da UERN que não aceitaria tal medida por entender que a greve é um direito dos servidores. Assim, considera esse gesto como uma afronta ao direito constitucional de greve.
Por sua vez, a ADUERN entende que essa atitude representa uma quebra de compromisso do Reitor com a entidade, pois o mesmo já havia assegurado anteriormente que não iria efetuar essas rescisões.
 “É inadmissível que a Reitoria da UERN promova represálias, justamente no momento em que o próprio Governo do Estado recuou da vontade de pedir a ilegalidade do movimento”, afirma o professor Flaubert Torquato, presidente da ADUERN.
 Por estas e outras razões, a ADUERN comunica aos professores substitutos que não compareçam a PRORHAE para assinar a rescisão até um posicionamento oficial do sindicato. A questão já foi submetida à apreciação da Assessoria Jurídica que, em breve, se manifestará a respeito do assunto.

Jornalista
Talita Lucena (DRT 1551-RN)