Mostrando postagens com marcador estudo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador estudo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de maio de 2013

12 passos para a pesquisa escolar perfeita

Seu filho copia da internet um trabalho inteiro?
Veja dicas de como orientá-lo a fazer uma pesquisa nota dez!



Passo 1: Perceber que copiar não é bom!


Estimule seu filho a aproveitar a oportunidade da pesquisa para aprender. Pesquisar não é copiar e colar. Envolve selecionar informações, interpretá-las e se posicionar redigindo um texto próprio.

Passo 2: Entender o que está sendo pedido


Verifique se seu filho entendeu qual enfoque do tema foi solicitado pelo professor.


Passo 3: Organizar o que será procurado!


Ajude seu filho a listar quais questionamentos podem ser feitos sobre o assunto em questão e o que ele gostaria de descobrir a respeito deste tema.


Passo 4: pesquisar em mais de uma fonte!


Estimule seu filho a colher mais informações sobre o mesmo assunto, mesmo que sejam discordantes. Assim, ele terá uma visão mais completa do tema.


Passo 5: Localizar fontes confiáveis


Aproveite este momento para explicar que nem tudo que está na internet é verdadeiro. Oriente-o a pesquisar em sites de institutos, grupos de pesquisa, universidades, revistas, jornais etc.

Passo 6: Ir além do que já está pronto


Estimule seu filho a ampliar sua forma de pesquisar. Ajude-o a entrar em contato com o autor daquele blog especializado sobre o assunto da pesquisa.

Passo 7: Produzir dados próprios


Sempre que possível, estimule seu filho a pensar em formas de produzir informação para a pesquisa. Observar, fazer uma enquete ou entrevistar familiares enriquece e instiga o aprendizado!


Passo 8: Estruturar o trabalho


Depois de selecionar e interpretar os dados, é hora de pensar no trabalho escrito. Certifique-se de que ele contenha a apresentação do tema (Introdução), as informações relevantes sobre o tema (Desenvolvimento) e a Conclusão.


Passo 9: Ensinar a criar e a copiar


O texto de uma pesquisa deve ser escrito pelo aluno, sem copiar e colar da internet. Caso ele tenha gostado muito de uma ideia, mostre que ele pode fazer uma citação, dando os créditos para o autor.


Passo 10: Redigir a Conclusão


A conclusão serve para o aluno retomar o que aprendeu com o trabalho. Depois da pesquisa escolar feita, pergunte ao seu filho do que ele mais gostou, o que ele descobriu de mais interessante...


Passo 11: Incluir as Referências


Lembre seu filho de que ele precisa mostrar as referências da onde tirou as informações de seu trabalho, isso inclui livros, sites e até vídeos.


Passo 12: Fazer sumário e capa


O toque final demonstra cuidado e dedicação ao trabalho. O Sumário deve mostrar, na ordem, os itens de cada conteúdo da pesquisa e a respectiva página em que se encontra. Na capa, coloque nome da escola, título do trabalho, nome do professor, ano e turma.

Veja mais sobre como ajudar na pesquisa escolar de seu filho, clicando aqui!


Crédito: Claudia Marianno
Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Manual do MEC sobre a correção da redação do Enem 2012


O Ministério da Educação divulgou, na tarde desta segunda-feira (30), o manual "A redação no Enem 2012 - Guia do Participante", um documento destinado aos mais de 5,7 milhões de estudantes que se inscreveram para a edição deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em 50 páginas, o manual esclarece com detalhes as novas regras de correção da prova de redação do exame, que acontece nos dias 3 e 4 de novembro.


 Segundo presidente do Inep, Luiz Claudio Costa, o objetivo do material é detalhar os critérios utilizados na correção e tornar o processo mais transparente. Em 2011, mais de 120 estudantes entraram na Justiça para pedir vistas da prova, por não concordarem com o resultado. Até o fim de janeiro, em 79 casos a Justiça exigiu uma nova correção da redação, e apenas dois casos resultaram em alteração de nota.

"No guia está definido o que se espera de cada uma das competências da redação com exemplos. Queremos dar mais objetividade à correção de um texto que é subjetivo", disse o ministro Aloizio Mercadante nesta segunda, em entrevista coletiva, em Brasília.


A nota final da redação do Enem --que vai de 0 a 1.000-- é calculada pela média aritmética das duas notas atribuídas à prova por dois avaliadores independentes. Cada um deles avaliará cinco competências, que permanecem iguais às das edições passadas do exame (veja tabela abaixo). O candidato pode somar no máximo 200 pontos em cada competência.




VEJA AS COMPETÊNCIAS DA REDAÇÃO DO ENEM
Competência I: Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita

Competência II: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Competência III: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Competência IV: Demonstrar conhecimento dos mecanismos lingüísticos necessários para a construção da argumentação.

Competência V: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

(Fonte: Inep)


A principal mudança instituída pelo MEC neste ano se refere à discrepância entre estas duas notas e vale tanto para a nota final quanto para a nota de qualquer uma das competências. Pelo manual, uma discrepância acontece quando as notas finais dos avaliadores diferirem entre si em mais de 200 pontos --no ano passado, essa divergência era de 300 pontos--, ou quando as notas por competência diferirem em mais de 80 pontos.

Para solucionar a divergência, um terceiro avaliador será convocado para corrigir a redação, e sua nota será considerada final. Esse procedimento também já era praticado nas edições anteriores. Porém, se esta terceira pontuação continuar discrepante em relação às demais, uma banca composta por três examinadores atribuirá a nota final.

Clique na imagem abaixo para melhor visualizá-la.

Páginas do manual "A redação no Enem 2012 - Guia do Participante", divulgado nesta segunda-feira (30)
(Foto: Reprodução)

Competências explicadas
O manual explica ainda quais são os critérios que orientam os avaliadores na hora de pontuar cada competência. São seis os níveis de pontuação: zero, 40, 80, 120, 160 e 200. Cada um se refere à variação do domínio apresentado pelo candidato.

Por exemplo, na competência 1 (demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita), recebe nota zero quem demonstrar "desconhecimento total da norma padrão". O candidato que mostrar "domínio insuficiente da norma padrão, apresentando graves e frequentes desvios gramaticais e de convenções da escrita", receberá 40 pontos. Quem tiver "domínio mediano da norma padrão, apresentando grande quantidade de desvios gramaticais e de convenções da escrita graves ou gravíssimos" somará 80 pontos.

Caso o avaliador julgar que o estudante tem "domínio adequado da norma padrão, apresentando alguns desvios gramaticais graves e de convenções da escrita", a nota atribuída será de 120 pontos na competência 1. Já quem demonstrar "bom domínio da norma padrão, apresentando poucos desvios gramaticais leves" receberá 160 pontos, e quem não apresentar, ou apresentar pouquíssimos desvios gramaticais leves e de convenções da escrita, receberá a pontuação máxima, 200.

Exemplos de redações nota 1.000 
O Ministério da Educação selecionou ainda seis exemplos de redações que tiveram nota 1.000 no Enem 2011. Os textos foram acompanhados de uma explicação geral sobre o tema, que no ano passado foi "Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado", e de comentários gerais a respeito da construção dos textos de candidatos do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e de São Paulo.

Para executar o novo sistema, o MEC anunciou o aumento de 40% no quadro de avaliadores, de 3.000 para 4.200 a partir deste ano. O ministro Aloizio Mercadante também afirmou, em maio, que o ministério firmou um termo de ajustamento de conduta com a Justiça no final do ano passado, no qual ficou definido que os estudantes teriam acesso à correção da prova de redação mediante um pedido.

Fonte: G1

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Como ler um artigo acadêmico

Saiba como agir diante de um artigo acadêmico. Não importa se você é especialista em algum campo ou simplesmente um estudante querendo aprender; há dicas para todos.




Para fazer algum trabalho, é normal ter que ler textos acadêmicos. Dependendo da matéria, você inclusive terá que fazer um - mesmo sendo um estudante. Como textos acadêmicos não são como livros de literatura ou matérias jornalísticas, por exemplo, eles requerem outras técnicas de leitura. Será que você as conhece?


Confira a seguir cinco dicas de como ler um artigo acadêmico:

  • Como ler um artigo acadêmico - Resumo
    Se você estiver interessado pelo título do artigo, comece a ler o resumo do texto. Desta forma, você saberá do que se falará ao longo do artigo e isso pode poupar seu tempo se o que você estiver procurando não for o que você buscava.
  • Como ler um artigo acadêmico - Começo e fim
    Leia a introdução e a conclusão do artigo acadêmico. Se você tiver entendido, ótimo! Você não precisará ler o meio. Na introdução, normalmente, apresenta-se um problema. Ou seja, algo que o autor vai "resolver". A conclusão é o lugar onde se apresenta o problema resolvido.
  • Como ler um artigo acadêmico - Desenvolvimento
    Mesmo que você já tenha entendido como o problema foi resolvido, leia por cima o desenvolvimento. Desta forma, você sentirá o ritmo do texto e terá noção dos caminhos que o autor usou para chegar a tal conclusão.
  • Como ler um artigo acadêmico - Mais detalhes
    Esta dica é por sua conta. Se você estiver satisfeito com as informações que adquiriu, pare e vá fazer seu trabalho. Se não, escolha alguma parte que você gostaria de entender melhor, com mais detalhes e leia. Sinta-se livre para pular partes e só ler o que interessa.
  • Como ler um artigo acadêmico - Entendimento profundo
    Se você já leu o resumo, a introdução e a conclusão e percebeu que é um artigo que tem tudo a ver com o que você necessita, é necessário ter um entendimento profundo sobre ele. Por isso, é aconselhável que você o leia do começo ao fim. Se ainda faltar mais informações, busque nas referências algo que possa ajudar.