Participe de mais essa mobilização em prol de uma Educação Pública de qualidade!
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sexta-feira, 12 de abril de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
A EDUCAÇÃO PARA!
A CNTE convoca todos os trabalhadores da educação e a sociedade para a 14º Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, que será realizada entre 23 e 25 de abril. Além da greve nacional, o foco é a valorização dos profissionais em educação. "Esta semana tradicionalmente se destina ao debate das questões educacionais e terá como prioridade o debate sindical da mobilização, mais um ano que estaremos lutando para que o piso salarial nacional seja efetivamente aplicado no nosso país com uma greve nacional nos dias 23, 24 e 25 de abril", explica o presidente da CNTE, Roberto Leão.
No dia 24 de abril será realizado um ato com representação dos estados na Câmara dos Deputados, em Brasília e também atos locais nas sedes de governo estaduais e municipais pelo país.
Com informações da CNTE.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Convocação
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| Foto extraída do jornalatromba.blogspot.com |
Na próxima terça, 15, os professores e técnico-administrativos da UERN realizarão uma caminhada com panfletagem pelas ruas do centro de Pau dos Ferros. A atividade é mais uma ação do Comando Unificado de Greve para informar a população sobre o momento da greve dos servidores da UERN, que exigem o cumprimento do acordo da pauta de reivindicação da campanha salarial do ano passado. A marcha terá início às 9h30.
A caminhada será precedida por uma reunião às 8h30 no Campus da UERN (CAMEAM). De lá, partiremos em carreata até o local da concentração que acontecerá na Avenida Getúlio Vargas (Em frente ao Restaurante Popular), quando seguiremos em caminhada pelas ruas do centro da cidade.
É fundamental a adesão e participação de todos nesta caminhada. Precisamos defender os direitos e a valorização do profissional da educação.
8h30 – Reunião no CAMEAM
9h – Carreata até a Av. Getúlio Vargas
9h30 – Início da Caminhada
DESRESPEITO SE COMBATE COM MOBILIZAÇÃO.
QUEM LUTA CONQUISTA
PARTICIPE!
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Outra greve?
Em assembleia realizada agora há pouco, na sede da ADUERN (Associação dos Docentes da UERN), em Mossoró, os professores aprovaram indicativo de greve para o dia 02 de Maio.
Em entrevista ao jornal O Mossoroense, o presidente da ADUERN, Flaubert Torquato, afirmou: “Não temos mais proposta para apresentar, queremos apenas que o acordo feito no ano passado seja cumprido”. De acordo com o presidente, representantes da categoria irão a Natal amanhã com o intuito de se reunirem com o secretário-chefe do Gabinete Civil Anselmo de Carvalho para cobrar explicações sobre a razão de o reajuste não ter sido efetivado nos contracheques dos professores.
A última greve da UERN ocorreu no ano passado e durou 106 dias. Foi a maior greve da história da instituição. A paralisação prejudicou amplamente o calendário universitário e atividades acadêmicas da única Universidade Estadual do Rio Grande do Norte. Em setembro do ano passado, o Governo do Estado garantiu aos professores reajuste salarial com 10,65% para abril de 2012; 7,43% para abril de 2013; e 7,43% para abril de 2014. Como o acordo não foi cumprido, um novo movimento paredista poderá ser deflagrado na UERN no início do próximo mês.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Sem reajuste, UERN pode entrar em greve
Em audiência com o reitor Milton Marques realizada na noite de segunda-feira (23), a diretoria da ADUERN foi informada que nos contracheques dos professores da UERN do mês de abril não consta o reajuste de 10,65% acordado com o Governo do Estado em setembro do ano passado. O acordo pôs fim à greve de 106 dias na Universidade e previa o pagamento de 10,65% para abril de 2012; 7,43% para abril de 2013; e 7,43% para abril de 2014.
O Reitor ainda informou que nesta quarta-feira, 25, irá se reunir com o secretário chefe do Gabinete Civil do Estado, Anselmo Carvalho, e com o Consultor Geral do Estado, José Marcelo Costa, para obter informações sobre a tramitação do Projeto de Lei que altera os salários dos professores da UERN, que se encontra na Consultoria Geral do Estado desde janeiro de 2012, quando o mesmo já deveria ter sido enviado e aprovado pela Assembleia Legislativa.
Tendo em vista o descumprimento do acordo, a ADUERN irá realizar Assembleia Geral Extraordinária com os professores para que a categoria se posicione com base nessas informações. A assembleia será realizada nesta quinta-feira, 26, às 9h na sede da entidade em Mossoró para único ponto de pauta: 1) Discussão e Deliberação sobre o Reajuste Salarial. Segundo o professor Flaubert Torquato, presidente da ADUERN, os professores encontram-se indignados com a insensatez do Governo do Estado. “É uma demonstração de descaso, desrespeito e falta de compromisso”, afirma o docente.
sexta-feira, 16 de março de 2012
sábado, 15 de outubro de 2011
Uma Reflexão no Dia do Professor
E-mail que volta a circular na internet sobre o que sofremos professores nas salas de aulas recheadas de "reizinhos". A carta é de 2009, mas vale muito para hoje e valerá para amanhã se não tomarmos providências urgentes.
Por Verônica Dutenkefer (20/06/2009):
Esse texto que escrevo, precisamente agora é mais um desabafo.
Desabafo de uma profissional que está lecionando há mais de 22 anos e que não sabe se sobreviverá por mais dez anos, que é o tempo que ainda precisará trabalhar (por mais que ame muito o que faz). Trago comigo muitas perguntas que não querem calar. E talvez a mais inquietante seja: O que será necessário acontecer para se fazer uma reforma educacional neste país????
Constantemente, ouço ou leio reportagens com as autoridades educacionais proclamarem a má formação de seus professores. Culpando as universidades, a falta de cursos de formação e culpando-nos, evidentemente.
Questionamentos:
Como um professor de escola pública pode fazer o seu trabalho se ele precisa ficar constantemente parando sua aula para separar a briga entre os alunos, socorrer seu aluno que foi ferido por outro aluno, planejar várias aulas para se trabalhar os bons hábitos, na tentativa vã de se formar cidadãos mais conscientes e de melhor caráter?
Nos cursos de formação nos é passado constantemente a recusa de um programa tradicional e conteudista, mas nossas avaliações de desempenho das escolas, nossos vestibulares e concursos públicos ainda são tradicionais e nos cobram o conteúdo de cada disciplina.
Como pode num país….. num estado… num município haver regras tão diferentes entre a rede particular e pública?
Na rede particular as escolas continuam conteudistas, há a seriação com reprovação, a escola pode suspender ou até mesmo expulsar um aluno que não esteja respeitando as regras daquela instituição.
A rede pública vive mudando o enfoque pedagógico (de acordo com o partido que ganhou as eleições), é cobrado cada vez menos do aluno, não se pode fazer absolutamente nada com um aluno indisciplinado que até mesmo coloca em risco a segurança de outros alunos e funcionários daquela instituição...
Dia a dia… minuto a minuto… os professores são alvos de agressões verbais e até mesmo físicas pelos alunos. A cada dia somos submetidos a níveis de stress insuportáveis para um ser humano.
Temos que dar conta do conteúdo a ser ensinado + sermos responsáveis pela segurança física de nossos alunos + sermos médicos + enfermeiros + psicólogos + assistentes sociais + dentistas + psiquiatras + mãe + pai ……
E, quando ameaçados de morte, se recorremos a uma delegacia pra fazer um boletim de ocorrência ouvimos: “Isto não vai adiantar nada!”
Meus bons alunos presenciam o mal aluno fazendo tudo o que não pode ser feito e não acontecendo nada com ele. É o exemplo da impunidade desde a infância…
Meus bons alunos presenciam que o aluno que não fez absolutamente nada durante o ano, passou de ano como ele, que se esforçou e foi responsável.
Houve um ano que eu tinha um aluno que era muito bom. E ele começou a faltar muito e ir mal na escola. Os colegas diziam que ele ficava empinando pipa ao invés de ir pra escola. Um dia, tive uma conversa com ele, e perguntei o que estava acontecendo? E ele me disse: “Prá que eu vou vir pra escola se eu vou passar de ano mesmo assim?”
Então eu procurei aconselhar (como faço com meus alunos até hoje) que ele devia frequentar a escola, não para tirar notas boas nas provas ou passar de ano. Ele deveria vir à escola para aumentar seu conhecimento que é o único bem que ninguém poderá roubar. Que a escola iria ajudá-lo a aprender e trocar conhecimentos com os outros e ajudá-lo a dar uma melhor formação na vida... Depois dessa conversa ele não faltou mais tanto… mas nunca mais voltou a ser o excelente aluno que era.
Qual a motivação de ser bom aluno hoje em dia?
Seus ídolos são jogadores de futebol que não falam o português corretamente e que não hesitam em agredir seus colegas jogadores e até mesmo os árbitros. Ensinando que não é necessário haver respeito às autoridades e aos outros.
Ou são dançarinas que mostram seu corpo rebolando na televisão e posando nuas para ganhar dinheiro.
Para quê eu me matar de estudar se há tantas profissões que não são valorizados e nem respeitadas???
Conheci (e ainda conheço e convivo) ao longo de minha carreira na escola pública, inúmeros profissionais maravilhosos. Pessoas que amam a sua profissão, que se preocupam com seus alunos, que fazem trabalhos excepcionais. Que possuem um conhecimento e formação excelentes, mas que estão desgastados e quase arrasados diante da atual situação educacional.
Li, há poucos dias, num artigo que os cursos de filosofia, matemática, química, biologia e outros todos ligados à área de magistério não estão tendo procura nas universidades. Lógico!!!!! Quem é que quer ser professor??? Quem é que quer entrar numa carreira que está sendo extinta, não só pela total desvalorização e respeito, mas também pela falta de segurança que estamos enfrentando nas escolas?
Fiquei indignada com uma reportagem na TV (que aliás adora fazer reportagens sensacionalistas colocando o professor sempre como vilão da história) em que relatava que numa escola um aluno ameaçava os outros com um revólver e, num determinado momento, o repórter perguntou: "Onde estava o professor que não viu isso??!!”
E agora eu pergunto: “O que se espera de um professor (ou de qualquer ser humano), que se faça com uma arma apontada pra você ou pra outro ser humano??? Ah… já sei… o professor deveria enfrentar as balas do revólver!!!! Claro!!! As universidades e os cursos de aperfeiçoamento de professores não estão nos ensinando isso...
Vocês têm conhecimento de como os professores de nosso país estão adoecendo? Vocês sabem o que é enfrentar o estress que a violência moral e física tem nos submetido dia a dia?
Você sabe o que é ouvir de um pai frases assim: “Meu filho mentiu, mas ele é apenas uma criança!”“Eu não sei mais o que fazer com o meu filho!”“Você está passando muita lição para meu filho, e ele é apenas uma criança!”“Ele agrediu o coleguinha, mas não foi ele quem começou.”“Meu filho destruiu a escola, mas não fez isso sozinho!”
Classes super lotadas, falta de material pedagógico, espaço físico destruído, violência, desperdício de merenda, desperdício de material escolar que eles recebem e, muitas vezes, não valorizam (afinal eles não precisam fazer absolutamente nada para merecê-los), brigas por causa do “Leve-leite” (o aluno não pode faltar muito, não por que isso prejudica sua aprendizagem, mas porque senão ele não leva o leite.)
Regras educacionais dissonantes de acordo com a classe social dos alunos. Impunidade. Mas a educação não vai bem, por causa do professor..
Encerro esse desabafo com essa pergunta que li há poucos dias. Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
‘'Se eu ganhasse R$ 712, ia ser servente de pedreiro''
O jornalista Flávio Castro Pena, assessor da liderança do governo Antonio Anastasia (PSDB), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, provocou os professores acampados na frente ALMG, dizendo:
“Se eu ganhasse 712 reais, ia ser servente de pedreiro”.
De quebra, o assessor ofendeu os professores — há mais de 100 dias em greve pelo pagamento do piso da categoria estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC) — e os serventes de pedreiro.
O jornalista Flávio Pena é tucano e o deputado Luis Humberto Carneiro, o líder do governo Antonio Anastasia na Assembleia Legislativa mineira.
Veja abaixo matéria exibida pela Rede Record de Televisão, na última quarta-feira (21), que mostra o drama da educação mineira. Na verdade, apenas um recorte da realidade educacional do Brasil.
Matéria exibida no Balanço Geral, da Rede Record, no dia 21/09/2011
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