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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Cuidado nas mídias sociais




Tudo bem, quem não deve, não teme. Mas pessoas do bem podem ser vítimas de fakes e situações indesejáveis nas mídias sociais.

Pessoal, Dorisângela Lima é uma amiga minha. Ela ficou sabendo que sua foto estava sendo utilizada em um perfil desconhecido, com outro nome. Quando fui ver, já haviam fotos de outra pessoa. Fui ver agora e, pelo visto, que o perfil foi banido. Certamente após as denúncias.



Fico indignado com usurpação de perfis nas mídias sociais. Quando alguém usa a sua imagem, sabe lá o que podem fazer com ela. Todo cuidado é pouco.


As redes, oferecem recursos de segurança e privacidade. Infelizmente nem todos fazem bom uso disso. Alguns por desinformação, outros por falta de consciência mesmo.


Um exemplo de pessoa que está bastante vulnerável aos perigos desse tipo, são os professores. Esses profissionais, normalmente, possuem uma grande quantidade de alunos e é comum aceitar os convites. É IMPORTANTE que, independente de professor ou não, que certifiquemo-nos sobre a idoneidade de quem está nos adicionando, mesmo que a foto seja de um conhecido/a.

Abaixo seguem algumas dicas de como melhor se proteger no Facebook

1. >>>>>>>>>>>> ANÁLISE DE PERFIL
Já ativei esse recurso no meu. Qualquer marcação de foto minha, antes de ser publicada, o sistema pergunta se eu aprovo ou não a marcação.
Não deixe de ler o que tem nesse link. Explica melhor sobre a análise de perfil.
http://www.facebook.com/help/activitylog

AO TE ADICIONAREM:
2. Cuidado quando te adicionarem. Mesmo que você conheça pela foto, certifique-se com a pessoa antes de adicionar, se ela realmente está com Facebook e te adicionou.

3. AO PUBLICAR ALGO:
Cuidado. Ao lado do formulário de publicação, há umas opções, onde você pode marcar opções de visibilidade. Se marcar público, lembre-se que qualquer pessoa do Facebook mesmo desconhecidos, poderão ver o conteúdo.

4. MARCAÇÃO DE FOTOS:
Mesma coisa. Algum amigo/a pode te marcar em uma foto e esta foto está visível como pública. Se você não deseja tal nível de exposição, você pode remover a marcação, entre outras opções.

ENTÃO, FACE AO EXPOSTO, TODO CUIDADO É POUCO.
Gente de má fé tem em todo canto.
Cuidar de seu perfil nas redes sociais é cuidar de você, de seus princípios éticos e morais.



Repetindo o que já disse... Quem não deve, não teme. Contudo, a vítima pode ser você, uma pessoa do bem.



Fica o alerta!



Marcilio França

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Caixa comete gafe histórica com Machado de Assis

A Caixa Econômica Federal cometeu umas das piores gafes em se tratando de literatura brasileira dos últimos tempos. No comercial “Caixa 150 Anos” ela aparece com um Machado branco, distinto, alvo e enrubescido. Ditando um ‘Mago Do Cosme Velho’, sendo, TAMBÉM um outro ERRO, segundo seus biógrafos, Machado nasceu no Morro do Livramento, onde o casmurro morou toda a sua vida.




Ora, ora … Machado de Assis, como todos sabem, era mulato, negro, nasceu pobre, analfabeto de berço, e pra piorar, era epilético.

Machado driblou o destino quando conheceu uma senhora francesa, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de Francês. Com a proteção da madrinha D. Maria José de Mendonça Barroso, viúva do Brigadeiro e Senador do Império Bento Barroso Pereira, proprietária da Quinta do Livramento, onde foram agregados seus pais.
Reza a lenda que o escritor era um tímido, reservado. Vivia no berço da aristocracia carioca, mas, talvez, por ser negro, se fechava no seu no seu mundo de casmurrice. Mas o que queremos expor é a gafe, o erro grotesco da Caixa. Como uma Instituição desse porte, em uma comemoração de 150 anos, não se deu ao luxo, sequer, de se ‘mancar’? Não cremos que seja uma atitude racista do órgão. Porém, estudem a história, botem no Google, no Wikipédia, pelo menos, santo deus! Logo após notar o erro, a Caixa retirou o comercial de veiculação. 


Nota da Caixa: 
“A Caixa Econômica Federal informa que suspendeu a veiculação de sua última peça publicitária, a qual teve como personagem o escritor Machado de Assis. O banco pede desculpas a toda a população e, em especial, aos movimentos ligados às causas raciais, por não ter caracterizado o escritor, que era afro-brasileiro, com a sua origem racial. 

A CAIXA reafirma que, nos seus 150 anos de existência, sempre buscou retratar, em suas peças publicitárias, toda a diversidade racial que caracteriza o nosso país. Esta política pode ser reconhecida em muitas das ações de comunicação, algumas realizadas em parceria e com o apoio dos movimentos sociais e da Secretaria de Política e Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) do Governo Federal. A CAIXA nasceu coma missão de ser o banco de todos, e jamais fez distinção entre pobres, ricos, brancos, negros, índios, homens, mulheres, jovens, idosos ou qualquer outra diferença social ou racial”.



Fonte: Urbanóide

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Giro pelo Estado na TV

Idealizadores do Giro Pelo Estado na TV: Márcio Costa e Adriana Ísis 


Após dez anos de dedicação aos fatos que marcam o interior potiguar a coluna Giro pelo Estado dará vida a um novo projeto.

A partir de novembro a coluna ganhará uma versão para a TV, com uma revista eletrônica que abordará as particularidades turísticas, culturais, econômicas e políticas dos munícipios potiguares.

O projeto realizado numa parceria com a TV Mossoró,  contará com a marca do jornalista Márcio Costa e da radialista Adriana Isis.

A dupla encabeçará uma competente equipe de técnicos e produtores que leverão ao RN reportagens especiais com abordagem diferenciada sobre a rotina dos municipios.

O projeto será lançado no próximo sábado (15), durante a programação do Sertão Mix na cidade de Pau dos Ferros.


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Comercial da Paz



O vídeo acima é de um comercial criado por Washington Olivetto e que foi veiculado nos cinemas recentemente. No filme , a tela fica toda branca, enquanto a narração diz o seguinte:

Esse comercial não tem mulher de biquíni,
não tem cachorro,
não tem criança,
não tem bebezinho.

Esse comercial não tem casal,
não tem beijo,
não tem família tomando café da manhã.

Esse comercial não tem música de sucesso,
não tem efeito especial,
não tem tartaruga jogando bola.

Esse comercial não tem gente famosa,
nem garoto propaganda.

Porque esse comercial é para vender um produto
que ninguém precisa ser convencido a comprar...
que você adora consumir
e que, por sinal
você até já comprou
só que não estão entregando.

É um produto que não tem marca,
não tem slogan,
não tem embalagem,
nem faz promoção tipo “leve 3, pague 2”.

Esse comercial é todo branco,
e desse jeito
ele pode ser entendido aqui e no mundo inteiro.
Aliás, seria muito bom se esse comercial
pudesse passar no mundo inteiro.
Porque o produto que esse comercial quer vender é a
PAZ!

E enquanto o pessoal que precisa comprar a PAZ não compra,
faça assim:
Pegue o estoque de PAZ que você ainda tem em casa
e use no trânsito,
use na fila do banco,
use no elevador,
use no futebol.

PAZ é um produto interessante!
Porque quanto mais você usa,
mais você tem.
E se todo mundo usar
quem sabe chegue o dia
em que ninguém mais
precise fazer um comercial
para vender a PAZ.